Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

o novo abranhos

o abranhos justifica o facto de o Governo extinguir freguesias e não extinguir municípios invocando que o Programa de Assistência Económica Financeira a Portugal não o impunha, determinado apenas a extinção de autarquias.

mas a gente sabe que não é assim. não se mexe nas autarquias pelo simples facto de que estas são centros de interesses vários, compadrios, negócios, influências, e um não acabar de tachos para familiares, amigos e a gajada do partido. é sempre preferível baixar salários, pensões, aumentar impostos e reduzir comparticipações, pelo menos, enquanto os cornos mansos o permitirem.

genocídio

o plano para a redução de uns largos milhares de idosos, pensionistas e reformados, já está a dar resultados que se vejam. caem que nem tordos.

temos esta genética tendência para a vigarice

este tipo de coisas é consequência do subdesenvolvimento em que vivemos. não fossemos um povo estúpido e permissivo, e estas atitudes teriam de imediato, a resposta que merecem.

os ctt, são o tipo de empresa que enquanto viveu na tutela do estado, fez como as outras…, deixou andar. não evoluiu, não esteve atenta à transformação do negócio, e deixou que o mercado fosse inundado de privados que fazem a distribuição mais segura e rapidamente e, em certos casos, a mais baixo custo. entretanto a correspondência por carta está a ser substituída pelo email, as facturas e extratos bancários são enviados digitalmente, as reformas e pensões depositadas nas contas dos destinatários, os pagamentos fazem-se no multibanco ou por  transferência bancária. não fossem uns milhares de idosos informaticamente analfabetos, e os ctt, em vez de despedirem 4.000, já teriam despedido todos os funcionários.

face ao decréscimo da correspondência, estes inteligentes pensaram uma forma de manter a receita, obrigando à compra de um serviço mais caro, sem lhe acrescentar qualquer valor, mas por força da redução qualitativa do serviço geral. a cabecinha que pensou esta estratégia é séria candidata a uma medalhita no próximo 10 de junho.

em vez de procurarem fazer melhor que os privados, no sentido de recuperarem o mercado, estas administrações de burros carregados de livros, vêm na folha simples do papel higiénico, a solução dos problemas. ou seja, em vez de se tornarem competitivos, pioram o serviço que já era mau. em vez de se centrarem no core buisiness, a distribuição rápida e segura de correspondência e mercadorias, encheram os tascos de livros, louças, colecções das mais variadas porcarias, a tal ponto que já não é difícil confundir um posto dos ctt com qualquer loja chinesa.

com o desaparecimento dos mais idosos, desaparecerão os ctt. quem já experimentou comprar no estrangeiro via internet, percebeu a segurança da expedição e recepção das mercadorias, bem como a facilidade de acompanhamento das encomendas que o transporte privado possibilita. por cá, quando se utiliza um serviço dos ctt, nunca se sabe onde para o bem expedido.

os 4000 agora em risco, são apenas o princípio do fim que facilmente se adivinha e, a quase obrigatoriedade de comprar o correio azul, é sol de inverno.

Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

desconheço se já mandaram o procurador abrir o respectivo inquérito…

Defender que não há direitos adquiridos é dizer que todos eles, mas todos podem ser atingidos, diminuídos ou, no limite, eliminados; ou seja, é admitir o regresso ao tempo das ocupações, das auto-gestões ou do confisco porque estamos perante direitos adquiridos alteráveis perante situações excepcionais.

Discurso do Bastonário na Abertura do Ano Judicial 2012

As gigantescas remunerações que gestores transformados em políticos e políticos transformados em gestores se atribuem uns aos outros em lugares e cargos para que se nomeiam uns aos outros constituem nas circunstâncias actuais uma inominável agressão moral a quem, muitas vezes, é obrigado a cortar na satisfação de necessidades essenciais.

Marinho Pinto - Obrigatório ler na íntegra aqui.

Sábado, 28 de Janeiro de 2012

A pátria, estarrecida, assistiu, nos últimos dias, à declaração de pobreza do dr. Cavaco, e aos ecos dessa amarga e pungente confissão.

O gáudio e o apoucamento, a crítica e a repulsa foram as tónicas dominantes das emoções. Os blogues, aos milhares, encheram-se de inauditos gozos, e a Imprensa, grave e incomodada, não deixou de zurzir no pobre homem. Programas de entretenimento matinal, nas têvês, transformaram o coitado num lázaro irremissível. Até houve um peditório, para atenuar as suas preocupações de subsistência, com donativos entregues no Palácio de Belém. Porém, se nos detivermos, por pouco que seja, no dr. Cavaco e na sua circunstância notaremos que ele sempre assim foi: um portuguesinho no Portugalinho.

Lembremo-nos desse cartaz hilariante, aposto em tudo o que era muro ou parede, e no qual ele aparecia, junto de um grupo de enérgicos colaboradores, sob o extraordinário estribilho: "Deixem-nos trabalhar!" Cavaco governava pela primeira vez e os publicitários colocaram-no e aos outros em mangas de camisa arregaçadas. Os humoristas de serviço rilharam os dentes, de gozo, mas a época não era propícia à ironia. O País tornou-se numa espécie de imagem devolvida do primeiro-ministro: hirto, um espeque rígido, liso, um carreirinho de gente cabisbaixa.

O respeitinho é muito lindo: essa marca d'água do salazarismo regressava para um país que perdera a noção do riso, se é que alguma vez o tivera. Cavaco resulta desse anacronismo que fede a mofo e a servidão. É um sujeito de meia-tijela, inculto, ignorante das coisas mais rudimentares, iletrado e, como todos os iletrados, arrojado nas afirmações momentâneas. As suas "gaffes" fazem história no anedotário nacional. É um Américo Tomás tão despropositado, mas tão perigoso como o original.

Manhoso, soube aproveitar o momento vazio, no rescaldo de uma revolução que também acabou no vazio. Os rios de dinheiro provindos de Bruxelas, e perdulariamente gastos, durante os infaustos anos dos seus mandatos, garantiram-lhe um lugar de aplauso nas consciências desprotegidas dos portugueses. Este apagamento da verdade está inscrito, infelizmente, numa Imprensa servida por estipendiados, cuja virtude era terem o cartão do partido. Ainda hoje essa endemia não foi extirpada. Repare-se que, fora alguns escassos casos isolados, ainda não foi feita a crítica aos anos de Cavaco e das suas trágicas consequências políticas, ideológicas, morais e sociais. Há uma falta de coragem quase generalizada, creio que explicada pela teia reticular de cumplicidades, envolvendo poderes claros e ocultos.

A mediocridade da personagem é cada vez mais evidente. E se, no desempenho das funções de primeiro-ministro, foi sustentado pela falsa aparência de el dourado, devido aos dinheiros da Europa, generosamente distribuídos por amigos e prosélitos, como Presidente da República é uma calamidade afrontosa. Tornou o lugar desacreditante e desacreditado.

Logo no primeiro dia da sua entrada no palácio de Belém, o ridículo até teve música. Um país espavorido assistiu, pelas televisões, sempre zelosas e apressuradas, àquela cena do dr. Cavaco, mãos dadas com toda a família, a subir a rampa que conduz ao Pátio dos Bichos, e ao interior do edifício. Um palácio que não merecia recolher tal inquilino. Mas ele é mesmo assim: um portuguesinho no Portugalinho, um inesperadamente afortunado algarvio, sem história nem grandeza, impelido para o seu peculiar paraíso. A imagem da subida da ladeira possui algo de ascensão ao Olimpo, com aquelas figuras muito felizes, impantes, formais, intermináveis. Mas há nisto um panteísmo marcadamente ingénuo e tolo, muito colado a certa maneira de ser portuguesinho e pobrezinho: tudo em inho, pequenininho, redondinho.

Cavaco nunca deixou de ser o que era. Até no sotaque que não perdeu e o leva a falar num idioma desajeitado; no inábil que é; no piroso corte de cabelo à Cary Grant; no embaraço que sente quando colocado junto de multidões ou de pessoas que ele entende serem-lhe "superiores." Repito: ele não dispõe de um estofo de estadista, e muito menos da condição exigida a um Presidente da República.

O discurso da sua pobreza resulta de todas essas anomalias de espírito. Ele tem sido um malefício para o País. É ressentido, rancoroso, vingativo, possidónio e brunido de mente. Mas não posso deixar de sentir, por este pobre homem, uma profunda compaixão e uma excruciante piedade.

negócios online
b.bastos@netcabo.pt

Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

ao estado, a que esta gente(?) chegou…

passámos de preguiçosos intelectuais, ao estado de graça de, mentecaptos comatosos. dá-se uma volta – pequena, dado o perigo óbvio de contágio – pelas redes sociais e estarrece-se! o analfabetismo, a ignorância, a ligeireza e superficialidade dos grunhidos em forma de letra, a vacuidade dos assuntos que povoam os dois neurónios destes vegetais, confirmam a nossa total impossibilidade de, algum dia, virmos a ser uma gente decente.

num país onde se passa fome, no qual os seus cidadãos recorrem ao suicídio para resolver os seus problemas, preocupamo-nos com o perigo de extinção das libelinhas na papua. num país onde se rouba o presente e futuro dos seus cidadãos, organizam-se palhaçadas para ajudar o cavaco, em vez de o sentar no banco dos réus a prestar contas pela falência económica da nação, falência pela qual é o primeiro responsável. num país em situação de resgate financeiro, pede-se a uma câmara municipal para investir num grupo de pagode! desculpem lá o desabafo mas, foda-se tal gente!

isto não é jornalismo de sarjeta. é jornalismo invertebrado, feito por osgas

claro que as câmaras não se endividaram por causa do orçamento de estado de 2012. estão endividadas por gastarem muito acima das possibilidades dos cidadãos que as sustentam, por fazerem obras cujo principal interesse é inconfessável, por se terem transformado em empregadoras de gente dos diferentes partidos, em centros de trafego de influências, organizadoras de festejos para entretenimento deste gado adormecido e por aí fora.

a câmara desta aldeia de estarreja, entrou no lote das excessivamente endividadas. como tantas outras, mais uma a cavar o buraco em que este povo está metido. estamos a falar de uma aldeola, dita concelho, onde habitam cerca de 26.000 almas, o equivalente a uma pequena junta de freguesia de existência justificável. de notável e nos últimos anos, cobra os impostos à mais alta taxa prevista na lei, emprega 300 pessoas, mandou construir uma segunda ou terceira piscina, fez umas obras nos arruamentos de uma das freguesias, mandou tapar uns buracos nas outras, organizou uns carnavais e umas excursões de idosos, e perdeu 2.000 habitantes. ou seja, um puro desastre. não só a sua actuação, mas e principalmente, a sua existência, cuja só justificação, é a rapaziada que encosta aos bolsos dos contribuintes.

a famosa austeridade que nos está a tornar pedintes, não se aplica a câmaras, institutos, fundações e demais albergues desta rapaziada e assim, por maiores que sejam os sacrifícios, estes serão progressivamente maiores e quem os paga, mais pobre e infeliz. estes cornos mansos que continuam a eleger crápulas a troco de excursões, deveriam ser os únicos pagadores de todas estas irresponsabilidades que nos conduziram aqui. infelizmente, por serem pobres, não pagam nada. abrem bocas desdentadas para cuspir baboseiras tipo - p’ró ano cá ‘taremos otra vez!

Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

melros

claro que esta malta desenrascada da quadrilha no poder, arranjou imediatamente forma de receber os 14 meses de salários, ao contrário dos tristes que perdem dois salários sem saber ler nem escrever.

há por aí umas virgens ofendidas com mais este esquema, como se o normal fossem 12, e não 14 salários anuais. ou seja, sempre a nivelar por baixo. não deixa de ser caricato que as ditas não se tenham escandalizado com os cortes de salários, o corte dos subsídios a pensionistas e à maioria dos funcionários públicos. seria bem melhor e produtivo que se ofendessem quando vão pôr o votinho nas urnas para eleger mais uma seita de vígaros.

viewer

o que faz confusão é o número de parvos que alinham em qualquer esquema terceiro mundista

 

O plano tarifário EDP/Continente teve 40 mil adesões numa semana, atraindo quem julga que vai pagar menos. O Esquerda.net fez as contas e verificou que a campanha é enganadora, pretende atrair clientes para o mercado liberalizado, e ainda obriga ao abandono das tarifas bi-horárias e a aceitar o débito direto.

Artigo | 18 Janeiro, 2012 - 02:07

serão apenas os mesmos que continuam a votar nestas seitas de malfeitores? e estes gajos serão apenas totós, ou imbecis profundos em estado comatoso?

para que se perceba da necessidade de aumentar o custo do transporte público, entre outros


Exmos.(?) Senhores (?),

José Manuel Silva Rodrigues,

Fernando Jorge Moreira da Silva,

Maria Isabel Antunes,

Joaquim José Zeferino

e Maria Adelina Rocha,

 

Chamo-me Marisa Sofia Duarte Moura e sou a contribuinte nº  215860101  215860101 da República Portuguesa. Venho por este meio colocar-vos, a cada um de vós, algumas perguntas:

Sabia que o aumento do seu vencimento e dos seus colegas, num total extra de 32 mil euros, fixado pela comissão de vencimentos numa altura em que a empresa apresenta prejuízos de 42,3 milhões e um buraco de 776,6 milhões de euros, representa um crime previsto na lei sob a figura de gestão danosa?

Terá o senhor(a) a mínima noção de que há mais de 600 mil pessoas desempregadas em Portugal neste momento por causa de gente como o senhor(a) que, sem qualquer moral, se pavoneia num dos automóveis de luxo que neste momento custam 4.500 euros por mês a todos os contribuintes?

A dívida do País está acima dos 150 mil milhões de euros, o que significa que eu estou endividada em 15 mil euros. Paguei em impostos no ano passado 10 mil euros. Não chega nem para a minha parte da dívida colectiva. E com pessoas como o senhor(a) a esbanjar desta forma o meu dinheiro, os impostos dos contribuintes não vão chegar nunca para pagar o que realmente devem pagar: o bem-estar colectivo.

A sua cara está publicada no site da empresa. Todos os portugueses sabem, portanto, quem é. Hoje, quando parar num semáforo vermelho, conseguirá enfentar o olhar do condutor ao lado estando o senhor(a) ao volante de uma viatura paga com dinheiro que a sua empresa não tem e que é paga às custas da fome de milhares de pessoas, velhos, adultos, jovens e crianças?

Para o senhor auferir do seu vencimento, agora aumentado ilegalmente, e demais regalias, há 900 mil pessoas a trabalhar (inclusive em empresas estatais como a "sua") sem sequer terem direito a Baixa se ficarem doentes, porque trabalham a recibos verdes. Alguma vez pensou nisso? Acha genuinamente que o trabalho que desempenha tem de ser tamanhamente bem remunerado ao ponto de se sobrepôr às mais elementares necessidades de outros seres humanos?

Despeço-me sem grande consideração, mas com alguma pena da sua pessoa e com esperança que consiga reactivar alguns genes da espécie humana que terá com certeza perdido algures no decorrer da sua vida.

Marisa Moura

 

Recebido por email.

Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

é pá, tou páqui todu cumuvidu

aqui a gente da minha aldeia, sempre tão pronta a sair à rua para a pedinchice a propósito de uma causa – e mesmo sem causa – qualquer, tem agora aqui, um motivo sério para ir de porta em porta estender a mão à caridade. é necessário ajudar o homem nesta hora de aflição até porque os amigos, ou estão presos ou, andam desaparecidos.

e nem vale a pena lembrar ao senhor que a sua presidência desta pocilga, dá emprego – que é como quem diz, tacho – a 500 alminhas, o que só deixa mal os ingleses, uns fonas que só empregam na realeza 300, e mesmo aqui a vizinhança cujo orçamento para o respectivo pastor, é bem inferior ao que generosamente enterramos para sustentar mais esta nulidade.

se quiserem contribuir directamente, podem fazê-lo aqui.

Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

gado que não tuge nem muge…

a privatização da edp, é mais um crime económico praticado por esta canalhada que se apossou do país. a edp foi constituída e desenvolvida com o dinheiro dos portugueses, de todos nós, com a finalidade de produzir energia a preços controlados, energia essa vital para o conforto de todos nós e para o desenvolvimento sustentado da economia.

os malfeitores que sucessivamente se têm guindado ao (des)governo, depressa tornaram esta e outras empresas públicas albergues para amigos e confrades da respectiva quadrilha partidária, destruindo desse modo a competitividade dessas empresas e alterando o seu objectivo inicial.

em nome de uma falsa competitividade, esta malandragem tem entregue a preço de saldo, todos os bens públicos estratégicos para o país, cuja propriedade não é sua, e sim de todos nós.

com a edp, já se vislumbra o que aí vem. no limite, em 2015 toda a energia será vendida a preço liberalizado, ou seja, ao preço que os donos da empresa entenderem. e para irem procedendo à transferência das contas de custo controlado para liberalizado, já puseram em marcha este folclore do desconto de 10% a gastar no merceeiro do continente que também tem sede na holanda mas que as virgens ofendidas com o pingo doce se têm esquecido de referir. ou seja, desde já ganha a edp com a transferência, e esse grande patriota da mercearia que empocha mais vendas com o dito desconto de 10%, desconto esse como é certo e sabido, a ser sacado aos fornecedores das suas mercearias.

já de seguidinha, vão as águas. gado que não tuge nem muge, é o que merece.

o povo e o país, esses que se fodam. que morram de frio, que as empresas encerrem porque não ganham para os custos, porque a maioria destes gajos só têm 4 anos para garantirem o seu bem estar para a vida inteira.

ps: acresce que a liberalização do mercado da energia eléctrica é apenas a passagem de um bem essencial público, para privados, já que em termos de concorrência os competidores resumem-se à edp, e uma coisa que parece que existe, chamada ibedrola. logo, do que estamos a falar, é do mesmo que aconteceu com a privatização da galp. mesmo que recorramos a um concorrente, o preço é igual. é o que combinarem.

Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

gandulagem

É bom constatar que nem tudo é negativo neste país. Afinal nem todos os jovens pertencem à "geração à rasca".

A boa notícia é que o actual governo está a recrutar jovens prodígios portugueses para assessores e/ou adjuntos, mediante um simpático vencimento da ordem dos três mil euros mensais.

E só podem ser prodígios, porque quem é especialista em qualquer coisa aos 24 anos é um fenómeno!!

Já sei que as más línguas irão dizer que são "Boys" que ali estão a troco de favores que os partidos do governo devem aos progenitores. Pura má língua. Temos que acreditar que os nossos governantes são sérios, e que se os jovens chegaram tão rapidamente ao este patamar é porque o merecem e não devem ser confundidos com aqueles que, embora também titulares de cursos superiores, ou estão no desemprego ou se ficam pelos quinhentos euros mensais, a recibo verde e a título precário.

Agora percebo porque é que tenho tanta dificuldade em compreender algumas medidas anunciadas pelo governo. É que provavelmente estarão sustentadas pela vasta experiência destes especialistas, e eu ainda não atingi o seu nível de desenvolvimento intelectual para as entender.
Viva a democracia!

http://o-pais-das-maravilhas.blogspot.com/
Lista de 29 assessores / adjuntos de Ministérios, todos de idade inferior a 30 anos, havendo 14 "especialistas" com idades entre os 24 e os 25 anos.

Fonte: http://www.portugal.gov.pt/

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL (2)
Cargo: Assessora
Nome: Ana Miguel Marques Neves dos Santos
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
Cargo: Adjunto
Nome: João Miguel Saraiva Annes
Idade:28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.183,63 €
MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS (1)
Cargo: Adjunto
Nome: Filipe Fernandes
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.633,82 €
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS (4)
Cargo: Adjunto
Nome: Carlos Correia de Oliveira Vaz de Almeida
Idade: 26 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
Cargo: Assessor
Nome: Bruno Miguel Ribeiro Escada
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.854 €
Cargo: Assessor
Nome: Filipe Gil França Abreu
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.854 €
Cargo: Adjunto
Nome: Nelson Rodrigo Rocha Gomes
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA (2)
Cargo: Assessor
Nome: Jorge Afonso Moutinho Garcez Nogueira
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
Cargo: Assessor
Nome: André Manuel Santos Rodrigues Barbosa
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.364,50 €
MINISTRO ADJUNTO E DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES (5)
Cargo: Especialista
Nome: Diogo Rolo Mendonça Noivo
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
Cargo: Adjunto
Nome: Ademar Vala Marques
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
Cargo: Especialista
Nome: Tatiana Filipa Abreu Lopes Canas da Silva Canas
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
Cargo: Especialista
Nome: Rita Ferreira Roquete Teles Branco Chaves
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3069,33 €
Cargo: Especialista
Nome: André Tiago Pardal da Silva
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
MINISTÉRIO DA ECONOMIA (8)
Cargo: Adjunta
Nome: Cláudia de Moura Alves Saavedra Pinto
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €
Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Tiago Lebres Moutinho
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €
Cargo: Especialista/Assessor
Nome: João Miguel Cristóvão Baptista
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €
Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Tiago José de Oliveira Bolhão Páscoa
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €
Cargo: Especialista/Assessor
Nome: André Filipe Abreu Regateiro
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €
Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Ana da Conceição Gracias Duarte
Idade: 25 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €
Cargo: Especialista/Assessor
Nome: David Emanuel de Carvalho Figueiredo Martins
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €
Cargo: Especialista/Assessor
Nome: João Miguel Folgado Verol Marques
Idade: 24 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA (3)
Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Joana Maria Enes da Silva Malheiro Novo
Idade: 25 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Antero Silva
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
Cargo: Especialista
Nome: Tiago de Melo Sousa Martins Cartaxo
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €
MINISTÉRIO DA SAÚDE (1)
Cargo: Adjunto
Nome: Tiago Menezes Moutinho Macieirinha
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,37 €
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DA CIÊNCIA (2)
Cargo: Assessoria Técnica
Nome: Ana Isabel Barreira de Figueiredo
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.198,80 €
Cargo: Assessor
Nome: Ricardo Morgado
Idade: 24
Vencimento Mensal Bruto: 2.505,46 €
SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA (1)
Cargo: Colaboradora/Especialista
Nome: Filipa Martins
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 1.950,00 €

 

Recebido por email.

caridadezinha

finalmente, há uma indústria nesta aldeia de canelas, concelho de estarreja. é ela, a dos peditórios. os últimos dias foram de uma actividade avassaladora. meia aldeia empregada na arte de espoliar a outra metade.

pediu-se para a igreja, para o desporto, outra vez para a igreja, para uma obscura causa social cujos necessitados entendem mais fácil a caridade alheia do que a solidariedade familiar, e de seguida vem já o peditório para o foguetório, vem a carroça do galo e o que mais estas mentes brilhantes e desocupadas se entreterem a inventar pelos cafés e demais tascos da aldeia.

mais do que pobreza económica, é a pobreza intelectual instalada por conta de 40 anos de líderes boçais, eles próprios mendigos pelo mundo, que habituaram todo um povo a viver de habilidades numa vacuidade preenchida por telenovelas, bola, e um profundo horror ao trabalho.

Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012

genocídio

uns tempos atrás falei aqui do genocídio que esta canalha que se apoderou do país, está a levar à prática. a liquidação do sistema nacional de saúde basta para que nos próximos anos morram milhares de idosos e pessoas de fracos recursos.

aqui está a confirmação.

continuem a ver telenovelas e a votar nos partidos do coração.

Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

vai uma aposta?

assistimos bovinamente ao maior confisco da nossa história. a maior transferência de riqueza dos trabalhadores, para os capitalistas. sem um ai, sem uma justa indignação, sem um arremedo de defesa do que, a cada um, custou a conseguir.

ao capital, nada será suficiente. medidas após medidas de empobrecimento colectivo, até que nada reste. 5% dos portugueses, está sem trabalho e sem qualquer apoio social. meio milhão de pessoas desesperadas tentando sobreviver de qualquer jeito.

esta gente sem escrúpulos que se apoderou do país, age como se este e o povo respectivo, fossem sua propriedade, gerida com a toda a impunidade que a lei protege.

os fundos de pensões no seu todo – e não apenas o da banca – são propriedade dos trabalhadores que os constituíram, que não querem depender de nenhum governo quando já não possam trabalhar. estes mentecaptos trafulhas, nacionalizam, anexam às contas públicas o esforço de poupança de toda uma vida para, meses depois, ou no dia seguinte, virem dizer que o estado não pode continuar a pagar reformas.

mas, mais lamentável do que sermos espoliados por esta gente videirinha, é deixarmos que tal aconteça.

Domingo, 8 de Janeiro de 2012

entupidores de sarjetas

este, é o famoso jornalismo de sarjeta. não vale o tempo da leitura e muito menos a energia gasta para ler tal merda.

mas, esta é a também famosa mentalidade portuguesa das invejas mesquinhas, do ser mais papista que o papa, veiculada por uns sacanas que em grande maioria, vivem a fazer e receber favores a todo e qualquer pimpão que lhes fale de cima, sempre à espera de uma casita da câmara local ou, um lugarzito de assessor numa tasca pública qualquer.

esta gente que agora se reforma com pensões razoáveis, por acaso não descontou – por decreto e obrigatoriamente - para as mesmas? é alguma borla deste governo? saberá a sebosa escriba que estas pensões são taxadas a 43% em sede de irs? que estes reformados não têm qualquer direito a deduções fiscais ou outros benefícios sociais? que estas pessoas devolvem ao estado, em irs, iva, imi, taxas diversas, impostos vários, cerca de 70% do que o mesmo estado lhes devolve dos valores descontados durante uma vida de trabalho?

mas, o essencial da questão – virar a opinião pública contra estes pensionistas – é mais um favor ao governo, na espectativa de que este se não esqueça da ranhosa escriba. provavelmente, seria mais sério, falar dos milhares de pensionistas, borlistas, subsídio-dependentes vários que comem do orçamento da segurança social sem nunca terem descontado um tostão que fosse. e eu, conheço muitos.

Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012

é tudo a sacar, graças a deus, e aos trolhas que somos

a irresponsabilidade destes parasitas e gandulos que se alimentam do esforço alheio é de peso. a gajada da bola, arranjou um hotelzito simpático para se albergar durante o período em que competir no europeu de 2012, pela módica quantia de 33.164,0 euros, por noite. seja, de todos os países participantes, aquele que encontrou a hospedagem mais cara.

claro que estas coisas só são acessíveis aos países ricos e, aos países povoados de estúpidos. é difícil perceber qual será o nosso caso.

os espanhóis, que por acaso até partem com grandes possibilidades de ganharem a coisa, pagarão pela sua hospedagem 4.700,0 euros/noite. uns pobretanas como se percebe.

Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

os coveiros de um país chamado portugal

Coveiros1

 

Ver os restantes aqui

Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012

tempos de justificada insubordinação

andam por aí umas virgens ofendidas com a transferência da sede de algumas empresas nacionais para outros países. é o recente caso da família soares dos santos, principal acionista da cadeia pingo doce.

qualquer indivíduo com responsabilidades de gestão sabe que o preço da energia e combustíveis, aliado á carga fiscal em vigor, inviabilizam a manutenção de qualquer empresa, em portugal. e nem sequer é uma questão de competitividade. é apenas a sobrevivência.

estes idiotas que falam de falta de patriotismo e fugas de capitais, seguramente, nem sequer recebem salário pois que, caso contrário, teriam percebido que lhes é mais rentável viverem de subsídios de desemprego do que, trabalhar.

a falta de competitividade do país não está no custo do trabalho. está sim na carga fiscal e nos custos associados à operacionalidade das empresas.

o país está há mais de vinte anos a ser gerido por idiotas chapados, homúnculos sem honra que defendem interesses próprios, e não o povo ou os interesses nacionais.

Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012

o sr. silva é, cada vez menos, o presidente de todos os portugueses

será seguramente o dito dos fregueses do psd.

Domingo, 1 de Janeiro de 2012

100 years in 10 minutes (1911–2011)

Sábado, 31 de Dezembro de 2011

entregues a inclassificáveis

e de repente, o senhor silva esqueceu os mais frágeis, esqueceu a constituição e a inconstitucionalidade do corte dos subsídios para os quais os contribuintes descontaram.

que figurinha miserável.

vantagens da associação a organizações de mal fazer

compreende-se a necessidade de cortar salários, pensões e apoios sociais. como se compreende a brutal carga fiscal. a vampiragem é insaciável.

Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011

como saquear um país

então aquele projecto da ligação ferroviária entre o porto de aveiro a plataforma de albergaria, mais um negócio do ti ângelo, quando é que começa funcionar? o dinheiro foi gasto, a via construída e a ferrugem já se apoderou do ferro. ao que se vê, deu uns poleiros engraçados para as gaivotas.

estas estruturas ditas essenciais, mais os estádios, mais as autoestradas a par, e tantas outras obras que encheram bolsos e barrigas a muita desta gentinha da carreira viver sem vergar a mola, estão a pagamento, e nem uma eternidade de cortes na saúde, na educação, nos salários, nas pensões, serão suficientes para as pagar.

creio que devo procurar a sonotone

ouvi há pouco um tal mexia dizer nas televisões que os portugueses deviam estar orgulhosos de terem vendido a edp aos chineses.

vou procurar o vídeo para garantir que não ouvi mal.

um ano a recordar

estamos nos derradeiros dias do ano 2011, um período miserável, um tempo de saque aos mais fracos por parte de uma classe de marginais abrigados e protegidos nessas organizações de malfeitores designadas de, partidos políticos.

o ano que se segue, promete fazer de 2011, um bom ano, um ano de fartura para quem ainda pôde alimentar as bocas que sentam à mesa. o que aí vem será, muito provavelmente, o período mais negro das nossas vidas.

responsabilidade de quem vive da política? também mas, não só. responsabilidade de quem concorre a eleger sucessivos governantes sabidos de antemão mentirosos, vigaristas e incompetentes, mesmo após avisados e conhecedores do perfil de quem se apresenta a eleições sem outra valia que o discurso de vendedor de carros em segunda mão.

o actual chefe da banda, não tem currículo, não tem provas dadas, não tem experiência, não tem competência e, como já o demonstrou, é compulsivamente mentiroso, tal como o seu antecessor. já o não tinha quando se apresentou a eleições e, ainda assim, foi eleito por maioria.

um lerdo intelectual cujo passado envergonharia qualquer cidadão que, de tenra idade, madrugada para, nos montes, apascentar gado e por essa via, ajudar ao pecúlio familiar.

o indigente que democraticamente nos governa, nascido em 1964, concluiu em 2001, com 37 anos de idade, uma manhosa licenciatura em economia numa universidade privada. até aos 40 anos de idade, não se lhe conhece qualquer actividade produtiva, qualquer contributo ao país, qualquer acto que o capacite para a função que hoje desempenha. foi dirigente partidário ou seja,viveu dos contribuintes e dos messias que investem nos partidos com o fim de obter os devidos retornos quando o partido chega ao poder.

o amigo ângelo correia, incluiu-o nas folhas de pagamentos de uma série das suas empresas dedicadas aos negócios ambientais, negócios que como sabido, estão sempre encostados ao estado o que, de facto significa, pagos pelos contribuintes.

(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest, SGPS, SA;
(2007-2009) Presidente da HLC Tejo,SA;
(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest;
(2007-2009) Administrador Não Executivo da Ecoambiente,SA;
(2005-2009) Presidente da Ribatejo, SA;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Tecnidata SGPS;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Adtech, SA;
(2004-2006) Director Financeiro da Fomentinvest,SGPS,SA;
(2004-2009) Administrador Delegado da Tejo Ambiente, SA;
(2004-2006) Administrador Financeiro da HLC Tejo,SA.

é este o currículo do homem que dizem, governa o país. um indigente que, sem qualquer ocupação laboral, só conseguiu terminar uma licenciatura num estabelecimento privado com 37 anos de idade!

quando se candidatou, este já era o seu passado. não se vislumbra onde poderia ter adquirido as competências necessárias a primeiro-ministro. o gado eleitor, elegeu-o como teria elegido o meu cão fosse ele candidato pelo psd. agora, fodam-se!

Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

os lusíadas adaptados aos tempos que correm

As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo o que lhes dá na real gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se do quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!
 
II
 
E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!
 
III
 
Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.
 
IV
 
E vós, ninfas do Coura onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!
 
 
  Luiz Vaz Sem Tostões

numa linguagem simples

quer o indigente intelectual dizer; entregar tudo o que for público, a privados, e instituir um regime esclavagista que emprenhe os mercados de confiança.

como a gente deixa, merecemos.

Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

com o apoio da nova agência para a emigração, e a poia dos portugueses honrados

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uma agência para a emigração, e para enfiar mais uns indigentes na função pública

temos sido liderados por trafulhas, vigaristas, ladrões, oportunistas, incompetentes, vadios, mandriões e ignorantes. e, apenas porque de tal sabemos, não nos admiramos que estas estirpes recorrentemente, aconselhem e motivem os portugueses a abandonarem o seu próprio país.

incentiva-se os que ainda podem trabalhar ou, tenham algumas competências, a emigrar. o que nos perguntamos, é como pensam estas bestas recuperar a economia de um país falido, sem cérebros nem braços para tal.

creio que o laxismo de deixarmos o nosso futuro entregue a estes medíocres, bateu no fundo. está na hora de exigir responsabilidades e castigar severamente estes bandalhos.

Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011

como diria o deficiente mental..,

ponham-se finos!

isto não interessa nada. logo há mais gordos, mais telenovelas e, com sorte, mais bola

nesta república de bananas, o banco do mesmo estado que literalmente esfola qualquer pateta que ainda trabalhe, aumentando-lhe impostos, reduzindo-lhe salários, retirando-lhe qualquer garantia social, seja a possibilidade de uma pensão de reforma ou o acesso aos cuidados de saúde, permite que o seu banco tenha dependências em paraísos fiscais, e aí administre e multiplique as fortunas depositadas sem que estas paguem um tostão de imposto.

ou seja, enriqueça-se quem já é rico, e atire-se para a mendicidade quem não tem contas em offshores.

Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011

pois..,

Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011

comparativamente a estes gajos, o hitler foi um anjinho

ao que se percebe, o Hospital Visconde de Salreu, está em vias de encerrar definitivamente. como seria previsível desde a assinatura do acordo entre a autarquia e o ministério da saúde, formalizado pelos senhores campos e matos, e então previa o encerramento das urgências naquela unidade.

seguidamente, veio o folclore da construção do novo hospital de estarreja, ali mesmo ao lado dos bombeiros, méritos e louros disputadíssimos entre os ranchos locais do ps, e do psd. esta gente vive disto, de entreter os burros enquanto vão ganhando a vidinha, cómoda, e seguramente.

a comissão de utentes, de que o rancho socialista fala em termos ressabiados, e acusa de ter vindo para a rua com protestos e manifestações contra o encerramento das urgências, e agora, se não faz ouvir, que eu saiba, era formada por duas pessoas, apenas interessadas em manter a assistência hospital aberta nas 24 horas diárias. o seu único interesse era público, não partidário.

e é fácil perceber a razão desta comissão agora se não manifestar. cansou-se, de trabalhar, de arranjar inimizades e chatices em prol de uma gente que troca o importante da vida por umas excursões à malafaia, umas idas a aveiro sentar o cú em moliceiros, bater palmas nas inaugurações de parques de merenda e torneios de sueca. votaram no rancho do coração, têm aí o pagamento.

portanto, estão bem uns para os outros. os que pastoreiam o rebanho e o mantêm a dormir na forma enquanto lhe chupa o couro e cabelo, e os que desta forma se deixam pastorear. como diz o outro, vão morrer longe. a aveiro, ou ovar, tanto faz.

acontece, que este provável encerramento, acresce ao das extensões de saúde destas aldeias periféricas, e ao aumento do custo das prestações de saúde e dos próprios medicamentos. antecipa assim a morte de idosos doentes, de pensionistas de fracos recursos, ajudando às custas do estado que assim pode transferir a riqueza dos pobres, para a banca, especuladores e demais sanguessugas.

Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011

canelas, como qualquer cidade do mundo, também tem os seus vândalos

não nos devemos admirar pelo facto do poder fechar escolas, encerrar extensões de saúde, cobrir as bestas de impostos, reduzir-lhe a ração, enquanto constrói equipamentos desportivos para quietude do gado. não nos devemos admirar porque nestes tempos impios, quem chega ao poder, em nada é diferente de quem o lá pôs.

com dinheiros públicos, a refer melhorou recentemente o apeadeiro da freguesia de canelas, no concelho de estarreja, apeadeiro este que a dita pretendia encerrar, provavelmente com toda a razão, e só o não fez dado as diligências de um grupo de fregueses que se incomodou na defesa de uma estrutura considerada importante para a localidade.

 

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passados poucos meses, o apeadeiro apresenta-se de acordo com o gado – e que me perdoe quem se não revê nesta classificação – que o frequenta. pergunto: como é possível que uma estrutura pública, que serve uma população que sem a mesma vai a pé até estarreja, que deveria ser, como já foi no passado, um orgulho dos canelenses, que deveria ser preservada porque custou dinheiro que não temos, porque é património colectivo, possa ser, em poucos meses, vandalizada ao ponto de se parecer com um despejo de ferro velho.

 

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todas as paredes estão grafitadas com as parvoíces que bípedes sem cérebro podem produzir. as redes de segurança foram roubadas, seguramente para fazer capoeiros. tubos de inox foram serrados e roubados sem que se perceba para quê. os bancos de espera desapareceram. os rebordos dos muros da gare arrancados e despejados para a berma exterior. os botões dos equipamentos elétricos arrancados. os elevadores permanentemente vandalizados e inoperacionais, etc., etc.

 

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que tipo de animais são estes? que educação, que civismo, que responsabilidade possuem estes energúmenos? obviamente que os equipamentos instalados são demais para esta fauna. umas varas a separar a gare das carruagens seria mais que suficiente. e quanto a carruagens, são de todo inadequadas aos utilizadores. vagões, seriam bem mais apropriados.

o país económico e social que hoje temos é ele resultado do povo que somos. passei a meio da tarde perto da escola desta aldeia. surpreendeu-me a guincharia que se ouvia. chamei-me à razão para realizar que a barulheira que se ouvia não provinha de um qualquer zoológico mas sim do que deveria ser uma escola. um dia destes lá entrarei para tentar perceber que educadores e que educação ali se ministra. de certo que a vandalização supra referida muito tem a ver com a educação que se ministra e recebe e, aceitando que os educadores não têm de ser pais, no mínimo, têm de cumprir a missão para a qual são pagos missão essa que não será pastorear e sim, ensinar.

Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

canalhadas

roubam-lhes os salários. roubam-lhes os apoios. roubam-lhes a dignidade. fecham-lhes a escola. fecham-lhes o posto médico. abrem-lhes instalações desportivas, e eles deliram.

é penoso viver num país cujos funcionários públicos com contrato a termo, pensam e agem como se fossemos gado. não seria mais próprio, produtivo e barato, construir logo uma cerca?

Domingo, 4 de Dezembro de 2011

orçamento sem folgas.., isto não vai lá com manifestações pacíficas

a rara escrita por aqui tem apenas a ver com o facto de tudo estar dito. tudo o que aqui se previu, infelizmente aconteceu. o caminho, está claro a quem tem dois dedos de testa.

estes marginais que se albergaram nessas instituições mafiosas vagamente aparentadas com partidos políticos, delapidaram, gastaram, roubaram tudo o que havia, mais o que a europa para cá mandou, e o que pediram emprestado em nome desta cambada de idiotas designada por povo.

o fruto do trabalho de uma vida, foi-nos roubado pelos vigaristas que sucessivamente se elevaram ao topo do poder político.

o presente aldrabão, um coiro que não trabalhou um dia na puta da vida, roubou reformados e funcionários públicos para, e pelo que agora diz, ter dois mil milhões de euros para distribuir pelos manhosos do costume que vivem à conta de quem trabalha.

Terça-feira, 29 de Novembro de 2011

imagens d’aldeia

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ADAC - Cortejo para angariação de fundos.

Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011

as canções das nossas vidas

George Harrison – while my guitar gently weeps – Concert for Bangladesh

Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011

as canções das nossas vidas

 

Leonard Cohen - Dance Me To The End Of Love

Domingo, 20 de Novembro de 2011

um povo pode sempre descer mais fundo…,

mas foda-se. Basta de corruptos, ladrões, vigaristas e noronhas.