
Agarrou-a mansamente no Côbo, à sombra dos amieiros e na frescura que se elevava das águas das valas, foi tomando forma por entre carapauzinhos de escabeche, picanha, entrecosto, frangos, bifanas e alguns doces. Tudo devidamente acompanhado por soberbos tintos.
Agarrou-a sem saber como. Mansinha, mansinha, mansinha, colaram-se um ao outro e foram p´ra casa era já madrugada. Não conseguiu abrir a porta. O raio da bezerra, trocara o sítio à fechadura.
A mulher acudiu e ajudou-o a deitar. Acordou sozinho. A bezerra não ficou!

