do post anterior, seria de todo conveniente que os aspirantes a jobs – cargos, se quiserem - políticos, percebessem que, vai passando e passado está, o tempo dos laudatórios, da “luta política”, dos discursos inflamados, das promessas esquecidas, de eleições ganhas à conta de um porco assado ou, da distribuição de bonés e guarda-chuvas.
Estamos numa época em que se mente, para ganhar eleições, como foi o caso do partido no governo. Virá o tempo em que a mentira política, será julgada nos tribunais. Tempo virá em que os cidadãos se organizarão em associações de defesa dos seus interesses e direitos, contra o abuso político.
A doutora Marisa Macedo, apregoa o seu sonho de vir a ser presidente da Câmara Municipal de Estarreja. Enfim, gostos. Segue no entanto o caminho errado. Não será apenas a denegrir outros, dizer mal gratuitamente, a tomar posições – como no caso do HVS – contra o interesse e necessidade dos eleitores ou, a encher páginas de jornais com as suas aspirações pessoais, que lá irá.
Espero, já na próxima campanha política, que os candidatos municipais, nos falem claro, dos projectos que têm para o Concelho e, particularmente, para cada uma das freguesias que o compõem. É este o caminho. Escusam de passar por cá com discursos políticos. Tais não nos interessam. Queremos compromissos claros e exequíveis. Queremos gente que esteja ao nosso lado e na primeira linha. Que dê a cara pelos nossos interesses e que lute connosco pela defesa da nossa terra. Que não voltem a acontecer casos como o do HVS ou, de orçamentos ridículos para as freguesias.
Mostrem-nos o que ganharemos com a sua eleição. Não nos venham fazer promessas, nem dizer mal de outros, porque isso não nos interessa, não melhora a nossa vida e, não temos nada a ver com isso.
Estamos numa época em que se mente, para ganhar eleições, como foi o caso do partido no governo. Virá o tempo em que a mentira política, será julgada nos tribunais. Tempo virá em que os cidadãos se organizarão em associações de defesa dos seus interesses e direitos, contra o abuso político.
A doutora Marisa Macedo, apregoa o seu sonho de vir a ser presidente da Câmara Municipal de Estarreja. Enfim, gostos. Segue no entanto o caminho errado. Não será apenas a denegrir outros, dizer mal gratuitamente, a tomar posições – como no caso do HVS – contra o interesse e necessidade dos eleitores ou, a encher páginas de jornais com as suas aspirações pessoais, que lá irá.
Espero, já na próxima campanha política, que os candidatos municipais, nos falem claro, dos projectos que têm para o Concelho e, particularmente, para cada uma das freguesias que o compõem. É este o caminho. Escusam de passar por cá com discursos políticos. Tais não nos interessam. Queremos compromissos claros e exequíveis. Queremos gente que esteja ao nosso lado e na primeira linha. Que dê a cara pelos nossos interesses e que lute connosco pela defesa da nossa terra. Que não voltem a acontecer casos como o do HVS ou, de orçamentos ridículos para as freguesias.
Mostrem-nos o que ganharemos com a sua eleição. Não nos venham fazer promessas, nem dizer mal de outros, porque isso não nos interessa, não melhora a nossa vida e, não temos nada a ver com isso.





10 comentários:
Caro Senhor Abel
O seu blog até é interessante do ponto de vista sociológico, tem boas fotos e vê-se que o senhor até escreve com um certo jeito. Tem é um problema grave que o tolhe à nascença: é um denegridor primário da política, dos políticos e da vida pública. E é-o de um modo tão ressabiado e traumático que perde toda a credibilidade. Dá-me ideia que o senhor gostaria de ter sido alguma coisa e não conseguiu, sabe-se lá porquê. E agora mais não lhe resta do que desacreditar todos o que trilham o caminho que o senhor gostaria de ter trilhado. É um caso típico, para não dizer patológico.
É claro que tem o direito de dizer o que lhe apetece, mas conceda aos políticos e a todos aqueles que o senhor odeia, esse mesmo direito. E já agora, o direito de serem diferentes de si.
Não sei se o senhor sabe, mas há vida para além da maledicência. Longe do conforto do seu sofá há questões e problemas reais para resolver.
Numa sociedade livre, quem é sério e nunca roubou nada a ninguém, quem vive do seu trabalho e acredita naquilo que faz, tem o direito a não ser amesquinhado só porque não teve vergonha nem medo de assumir posições políticas e de lutar por elas.
Não senhor, Abel. Os políticos não são todos iguais, como não serão todos iguais os diversos Abeis deste mundo.
Para criancinhas birrentas e mal-educadas, todos sabemos qual é o tratamento; para os velhinhos com o mesmo mal e ainda por cima sem histórico de trabalho comunitário relevante, só há uma solução: é deixar que o tempo vá cumprindo a sua desdita.
A sociedade democrático que tanto o afecta, sr. Abel, essa, não é qualquer anarquista que a decepa.
Não se morda, senhor Abel, e vá limpando a espuma de vez em quando.
Caro Abel, nunca desista deste seu trabalho sério e honesto de defesa das pequenas causas, contra todo o tipo de sacanas engravatados que nos teimam em fazer mal e que, para cumulo, ainda se mascaram de vitimas só porque ouviram ou leram uma palavrinha menos própria dirigida às suas intocáveis auras de pseudo-benfeitores. Se todos tivessem a sua coragem (incluíndo eu próprio) de denunciar todas as falcatruas em que eles estão envolvidos, alguns atolados no lodo até ao pescoço, os politicos teriam finalmente a noção de que a sorte deles é definida pelo povo e não o contrario.
Infelizmente, nascemos em terras de gente resignada à sorte, sem chama, sem personalidade, cujo único sonho que lhes guia a vida é ganhar o euromilhões, enquanto se entregam de livre vontade nas mãos de governantes mediocres, sem qualquer tipo de rasgo evolutivo e que optam pelo mais fácil que é o tradicional "amealhar enquanto é tempo e quem vier atrás que resolva".
Temos uma comunicação social concelhia que é uma autentica vergonha e um exemplo de rebaixamento perante as forças do patronato. É pena, porque a comunicação social podia ter uma importante palavra a dizer no que respeita à mobilização popular contra as politicas de abandono que, principalmente, as pequenas freguesias cada vez mais estão sujeitas, mas optam por noticiar as diferentes situações de uma forma incompreensivelmente branda, quando está em jogo, a qualidade de vida de todos nós habitantes desta espécie de cidade. Permanece assim o povo na ignorância, desconhecendo as grandes dificuldades que por aí vêm, continuando a apoiar os mesmos que lhes vão cortando as pernas aos poucos.
Finalmente os blogues...os blogues...que dizer dos blogues...?
...são tão mal vistos por estas bandas, incompreendidos, processados, apesar de serem a unica forma de conseguir remexer no pântano mal cheiroso em que vivemos actualmente.
Existem actualmente, meia duzia de intocáveis a residir na micro-cidade estarrejense e seus arredores, cujo nome é glorioso e impossivel de ser mencionado em vão sem autorização expressa do tribunal constitucional.
Coitadinhos...
Chego a sentir pena da fraqueza de espirito de semelhante gente. Acabam por ser tão confragedores lá do alto do pedestal de cristal.
Força caro Abel.
Até sempre.
Ao anónimo das 11:34:
Caro Senhor, este é um blog livre no qual o autor, devidamente identificado e assumido, vai expressando a sua opinião de contribuinte. Ao contrário do que afirma, nada, rigorosamente nada, me move contra os políticos, muito menos, nutro qualquer sentimento de antipatia contra quem quer que seja. São absolutamente descabidas e infundadas várias afirmações que faz e, seguramente porque me não conhece, as faz.
Não perderei tempo a comentar a sua livre opinião, de anónimo entenda-se mas, estarei sempre ao seu dispor para, presencialmente, esclarecer o que possa entender como “os meus ódios e ressabiamentos”.
Apenas lhe direi que tem toda a razão quando diz que “os políticos não são todos iguais”, verdade de La Palice. Mal de nós se todos fossem Valentins, Fátimas, Jardins e tantos outros que vão impunemente delapidando a carteira ao contribuinte. Claro que não. Claro que há gente honesta, competente e interessada na coisa comum, assim como é verdade que muitos outros apenas pretendem governar a sua vida à sombra do OGE.
Quando ao resto da sua mensagem, apenas lhe direi que sou um cidadão maior, sem cadastro, com os impostos em dia e mais de quarenta anos de trabalho e vencimentos taxados sem fuga de um tostão ao fisco, que indivíduos – como parece ser o seu caso – a título de trabalho comunitário, se têm encarregue de deitar pela janela fora, promovendo a socialização da miséria.
Estaremos pois conversados quanto a mediocridades políticas, assaltos ao bolso do cidadão e, defesas cooperativas.
PS: Obviamente, que não é obrigado a ler as minhas opiniões nem a visitar esta página. Mas se o quer fazer e discordar dos meus pontos de vista, seria honesto assumir a sua entidade e não refugiar-se na cobardia do anonimato. Como vê, este é um aspecto simples em que já nos diferenciamos, uma vez que eu assumo o que digo.
Em vez de "cooperativas", não quereria o senhor Abel dizer "corporativas"...? Confesso, fiquei na dúvida!
Deixe-me dizer-lhe, senhor Abel, que o meu anonimato aqui é tão livre como a sua opinião. E se o senhor Abel permite o anonimato, presumi que não o incomodasse. Até porque o comentário que me sucedeu - de um anónimo, diga-se - é de uma pobreza confrangedora (“ranhoso”, será o adjectivo mais adequado) e o senhor Abel não lhe concedeu a honra de uma resposta, por mínima que fosse. Deduz-se, portanto, que ao senhor Abel só incomoda o “anónimo discordante”. Quanto ao poder de encaixe do senhor Abel, estamos falados! Fica o registo.
Por último e para não prolongar o verbo, deixe-me apenas que lhe diga que eu também não o conheço de lado nenhum, nunca o vi mais gordo e como tal não posso avaliar com rigor o contributo do senhor Abel para a “miséria social” onde – pelos vistos – se move. Também sei o que é pagar impostos e também já tenho idade para reconhecer as vozes e as nozes. Por isso, senhor Abel, considero-me em condições suficientes para lhe propor que nos responda só a esta perguntazinha de algibeira:
O senhor Abel quando vai aparar o cabelo pede factura ao seu barbeiro? É que num acto simples, essa pequena omissão, cria logo alguém que “rouba”, alguém que é conivente e alguém que é roubado. E aqui o roubado chama-se Estado. Tem graça, não tem…?
Passe bem senhor Abel.
Corporativos, como é evidente.
Não me incomodam os anónimos. Apenas os trastes.
Neste ponto estamos de acordo.
Vou andando.
Até um dia e viva a Liberdade.
E por favor, não deixe de escrever no blog.
E é que realmente os políticos(as) têm-se revelado ao longo dos anos tão competentes, cumpridores da palavra, respeitadores dos interesses do povo e tão incorruptos que até é ofensa pensar mal deles...
Como diz o povo, quem não os conhecer que os compre...
Diria mais: Quem não A conhecer que a compre.
ehehehehehehehehehehehhehehehehehehehehehehehehehehehehehehheheheh
ehehehehehehehehehehehheheheh
isto só dá vontade de rir, será que a politica faz as pessoas deixarem de se enxergar, se autoanalizar, é que assim correm o risco de serem apanhados mais depressa que um coxo e o mais impressionante é que nem se apercebem que qualquer cidadão habituado a "ver-vos" ao longe facilmente identifica o que aqui se passou.
só nos dão vontade de rir.
eeheheheheheheh
Eu diria antes vontade de chorar por estarmos sujeitos a ser comandados por esta gente...Às vezes que parece não é, mas lá que parece, parece...
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