Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Que consulta aberta no HVS?

Desconhecendo o futuro modelo de implementação da consulta não programada que funcionará no espaço actualmente ocupado pelo serviço de urgência no Hospital Visconde de Salreu, temo que, para além da perda de assistência médica entre a meia-noite e as oito horas de cada dia, venhamos a sofrer um outro e talvez maior revês, cuja discussão anda dissimuladamente embrulhada entre a urgência diurna e, a nocturna.

O modelo normal da consulta aberta pressupõe o acto médico de identificação dos sintomas da doença e respectiva prescição fármaca (ou outra) pelo que, a partir daqui, cada um fica entregue a si mesmo. Exemplificando: Actualmente, o hospital fornece medicação ou tratamento imediato sempre que necessário, o que não é certo que venha a acontecer no futuro. Concretizando; uma vítima de qualquer pequeno ferimento, uma crise aguda alérgica, entre outras, são de imediato medicadas pelos enfermeiros do hospital, saindo o doente devidamente tratado. Num regime de consulta aberta, o doente é visto pelo médico, é-lhe entregue o receituário, o doente dirigir-se-á à farmácia e depois, procurará quem o injecte ou, faça o curativo.

Uma eventual perda de mais esta valência seria extremamente gravosa para os doentes e a população em geral. Gostaria que nos fosse explicado, concreta e precisamente, qual será o modelo a implementar no HVS e, apelo à sensibilidade e bom senso do responsável por esta malfadada alteração, para que mantenha os serviços de enfermagem pós-consulta.

1 comentários:

Anónimo disse...

É tudo para melhorar a qualidade dos serviços e a vida dos mais pequenos... Ah ganda xuxialismo de Sócrates e sus muchachos...Eu sei o que é que está a fazer falta, mas vamos sendo uma cambada de cobardolas, senão esta quadrilha não brincava...