A nossa casa é o mundo, pelo que a lareira pode ser em qualquer lugar. O tecto plúmbeo, guarda de todos os males, os que nele, à hora derradeira, se abrigam. Descansa em paz, amigo Manuel. De ti, guardaremos a lembrança do Homem que soubeste ser, da alegria que espalhaste por entre os que te conheceram.
Em memória do estimado amigo Manuel Gerês, cuja perda, agora choramos.


