Quarta-feira, 4 de Março de 2009

pontos nos is

Talvez fosse bom explicar ao senhor Silveira que cada euro a mais nas Juntas de Freguesia, nas autarquias ou no governo central, significa o mesmo euro a menos na bolsa, e na mesa de quem paga.

E quem paga, vai de mal a pior. O peso das contribuições para o Estado a que os portugueses estão sujeitos, além de imoral, é insustentável. A redistribuição da riqueza pressuposta às contribuições coercivas, é hoje um dos factores do empobrecimento privado, e público.

Só a mais descarada e insuportável demagogia justifica o gasto improdutivo de milhões de euros em obras fantasiosas de piscinas e campos de futebol num país, económica e intelectualmente miserável.