O presidente da comissão liquidatária que preside a este sítio, confirmou o que já sabíamos. Esta merda faliu. E disse-o numa rua de Barcelos, a meia centena de cidadãos despedidos dos seus empregos que ali, apelavam para a sua triste situação.
Ora quando o mais alto dignitário da nação, que tem poderes executivos para mudar o curso dos acontecimentos, pactua e se resigna com este antro de incompetência e corrupção, com um patético pedido de desculpa por não ter qualquer solução para os problemas do país, creio nada mais haver a esperar desta corja, talvez do pior que o país produziu.
O chefe da nação, não é pago a mais de seis milhões de contos/ano, para produzir lamentos e declarações patéticas de conformismo. É pago exactamente, para trabalhar nas soluções para os problemas.
O chefe de Estado, pode demitir governos, falar ao país, aos deputados, aos empresários, repreender ministros, exigir segurança, exigir justiça, e essencialmente, garantir que os objectivos, são alcançados. E quando tal não acontece, a sua obrigação é de corrigir os desvios, substituindo o que não fizeram a sua parte ou, o seu trabalho.
Pactuar com um regime que conduz o país para o descalabro, envolto numa teia de corrupção, dirigido por suspeitos de várias irregularidades, significa apenas e somente, que se reconhece no próprio.

