Esgotadas duas ou três ideias repetidas à exaustão, as reformas que se não fizeram, a modernização tecnológica que acabou em portáteis de brincar e provavelmente no tribunal europeu, as grandes obras públicas que a ver vamos, deste governo, como de tantos outros, ficará um país mais distante da Europa, mais pobre, apagado e sem esperança.
Deste governo socialista absolutista, enredado em escândalos, suspeitas e investigações, não restará outra lembrança do que a deplorável situação a que conduziu a nação. A demagogia, os cães de fila, os favorecimentos, os pinos e linos deste mundo, restarão efemeramente no anedotário nacional.
Será seguramente substituído por mais um, igual a si próprio, ou a qualquer outro dos que já passaram e ninguém se lembra, porque a memória é curta e por isso, a carneirada lá irá pagar, mais uma vez, a quem a mata.
Para a história, também não ficarão os cerca de 280 trabalhadores que em cada dia do mês de Abril, perderam o emprego. Nem o reaparecimento da tubercolose, motivado pela fome, segundo dizem. Nem sequer que o primeiro-ministro se habituou a sair pelas traseiras.
A palhaçada eleitoral já começou. O velho circo, recheado dos mesmos artistas e mais alguns novos velhos que sendo igualmente filhos de Deus, se sentem no direito de comer do bolo, contorcem-se, esticam-se, dão beijinhos em crianças e velhinhos com ares de quem pastoreia um gado ranhoso e pulguento. Juntam-se em facções alegrista, sacristas, ferreiristas, com o fim único de assegurar o lugar à mesa, nem que para isso, tenham de pôr o nome em dois lugares.
O gado que lhes dá das próprias lã e carne, se tivesse algum assomo de inteligência ou dignidade, mandava-os trabalhar ou então, merecidamente, para o caralho!
Deste governo socialista absolutista, enredado em escândalos, suspeitas e investigações, não restará outra lembrança do que a deplorável situação a que conduziu a nação. A demagogia, os cães de fila, os favorecimentos, os pinos e linos deste mundo, restarão efemeramente no anedotário nacional.
Será seguramente substituído por mais um, igual a si próprio, ou a qualquer outro dos que já passaram e ninguém se lembra, porque a memória é curta e por isso, a carneirada lá irá pagar, mais uma vez, a quem a mata.
Para a história, também não ficarão os cerca de 280 trabalhadores que em cada dia do mês de Abril, perderam o emprego. Nem o reaparecimento da tubercolose, motivado pela fome, segundo dizem. Nem sequer que o primeiro-ministro se habituou a sair pelas traseiras.
A palhaçada eleitoral já começou. O velho circo, recheado dos mesmos artistas e mais alguns novos velhos que sendo igualmente filhos de Deus, se sentem no direito de comer do bolo, contorcem-se, esticam-se, dão beijinhos em crianças e velhinhos com ares de quem pastoreia um gado ranhoso e pulguento. Juntam-se em facções alegrista, sacristas, ferreiristas, com o fim único de assegurar o lugar à mesa, nem que para isso, tenham de pôr o nome em dois lugares.
O gado que lhes dá das próprias lã e carne, se tivesse algum assomo de inteligência ou dignidade, mandava-os trabalhar ou então, merecidamente, para o caralho!

