aqui do meu desconhecimento e ignorância sobre tudo o que se passa, vale-me a clarividência do Zé Matos sobre todos os assuntos e mesmo os que o não são, que vai tendo a paciência de me elucidar sobre as graves problemáticas que a mancebada política vai produzindo para seu contento e benefício.
Efectivamente, desconhecia a escassez de um recurso natural como a água, e a necessidade da racionalidade no seu consumo. O que não desconhecia, é que tal se faria pelo aumento do seu custo, disponibilizando-a à farta às classes que a podem pagar, em desfavor da grande maioria que, na sábia e douta opinião do Zé, terão uns pingos de vez em quando subsidiados por dinheiros públicos, dentro da tradicional linha de apoio aos pobrezinhos.
Do alto da minha ignorância, sempre pensei que um recurso que suporta a vida, um recurso natural de propriedade colectiva, seria um direito tão natural quanto a própria vida. Claro que estava enganado. Este recurso, deve ser privatizado e vendido a quem o puder comprar, numa óptica de mercado visando o lucro proprietário, e distribuindo comissões a autarquias e outros participantes no negócio.
O que agora se discute sobre a água, discutir-se-á no futuro relativamente a muitos outros recursos e bens. Combustíveis, cereais, legumes, frutos, etc., para já não falar no acesso a coisas tão simples como, frequentar uma praia. A lógica, perante uma redução de recursos essenciais ou a de beneficiar de privilégios, é e será sempre a mesma; o favorecimento das classes dominantes, em detrimento da maioria explorada e sacrificada. Se fosse preciso um exemplo, bastaria aquele plano de vacinar prioritariamente os políticos em caso de pandemia gripal. Depreende-se do dito, que já nem a mãe natureza consegue livrar o mundo de sanguessugas.
O que me custa a engolir, é que sejam os potenciais futuros sacrificados a defenderem as políticas que inexoravelmente conduzirão ao seu próprio sacrifício. A bestialidade das massas é algo que serve na perfeição ao crescente aumento de poder dos exploradores sobre os explorados. Basta ver as leis que se vão produzindo. Num mundo equilibrado, os consumidores estariam suficientemente educados e esclarecidos para o uso racional de todos os bens finitos. Nesse mesmo mundo, a dramatização da água não se faria, uma vez que a tecnologia permite a sua dessalinazação, bem como reciclagem. Os governos, se estivessem efectivamente preocupados com este recurso, não deixariam que 70% da água transportada nas condutas, se perdesse nas rupturas dessas canalizações ou, que detentores do poder económico, poluíssem industrialmente a atmosfera condicionando o planeta a efeitos de estufa que produzem as alterações climáticas que se conhecem.
O que efectivamente se passa, é que o Estado procura aumentar continuamente os seus recursos financeiros, mesmo que se à custa de bens que não são de sua propriedade, como é o caso da água, - da qual deveria apenas ser gestor - usando para tal quem um dia jurou defender os seus eleitores.
O que não desconheço, é que estas políticas de foder os mais desfavorecidos são resultado deste atavismo eterno, perpetuado pela estupidificação e ignorância de regedores que anuem a tudo o que lhes é indicado pelo seu senhor, seja ele o partido ou o doutor a quem devem o emprego dos filhos. Valha-nos quem tão bem sabe defender estes crápulas e clarificar as ideias preconceituosas sobre quem tão bem nos quer.
Efectivamente, desconhecia a escassez de um recurso natural como a água, e a necessidade da racionalidade no seu consumo. O que não desconhecia, é que tal se faria pelo aumento do seu custo, disponibilizando-a à farta às classes que a podem pagar, em desfavor da grande maioria que, na sábia e douta opinião do Zé, terão uns pingos de vez em quando subsidiados por dinheiros públicos, dentro da tradicional linha de apoio aos pobrezinhos.
Do alto da minha ignorância, sempre pensei que um recurso que suporta a vida, um recurso natural de propriedade colectiva, seria um direito tão natural quanto a própria vida. Claro que estava enganado. Este recurso, deve ser privatizado e vendido a quem o puder comprar, numa óptica de mercado visando o lucro proprietário, e distribuindo comissões a autarquias e outros participantes no negócio.
O que agora se discute sobre a água, discutir-se-á no futuro relativamente a muitos outros recursos e bens. Combustíveis, cereais, legumes, frutos, etc., para já não falar no acesso a coisas tão simples como, frequentar uma praia. A lógica, perante uma redução de recursos essenciais ou a de beneficiar de privilégios, é e será sempre a mesma; o favorecimento das classes dominantes, em detrimento da maioria explorada e sacrificada. Se fosse preciso um exemplo, bastaria aquele plano de vacinar prioritariamente os políticos em caso de pandemia gripal. Depreende-se do dito, que já nem a mãe natureza consegue livrar o mundo de sanguessugas.
O que me custa a engolir, é que sejam os potenciais futuros sacrificados a defenderem as políticas que inexoravelmente conduzirão ao seu próprio sacrifício. A bestialidade das massas é algo que serve na perfeição ao crescente aumento de poder dos exploradores sobre os explorados. Basta ver as leis que se vão produzindo. Num mundo equilibrado, os consumidores estariam suficientemente educados e esclarecidos para o uso racional de todos os bens finitos. Nesse mesmo mundo, a dramatização da água não se faria, uma vez que a tecnologia permite a sua dessalinazação, bem como reciclagem. Os governos, se estivessem efectivamente preocupados com este recurso, não deixariam que 70% da água transportada nas condutas, se perdesse nas rupturas dessas canalizações ou, que detentores do poder económico, poluíssem industrialmente a atmosfera condicionando o planeta a efeitos de estufa que produzem as alterações climáticas que se conhecem.
O que efectivamente se passa, é que o Estado procura aumentar continuamente os seus recursos financeiros, mesmo que se à custa de bens que não são de sua propriedade, como é o caso da água, - da qual deveria apenas ser gestor - usando para tal quem um dia jurou defender os seus eleitores.
O que não desconheço, é que estas políticas de foder os mais desfavorecidos são resultado deste atavismo eterno, perpetuado pela estupidificação e ignorância de regedores que anuem a tudo o que lhes é indicado pelo seu senhor, seja ele o partido ou o doutor a quem devem o emprego dos filhos. Valha-nos quem tão bem sabe defender estes crápulas e clarificar as ideias preconceituosas sobre quem tão bem nos quer.

