A autarquia de Estarreja fechou-se em copas quanto ao negócio da ARA. O gado pagante, não lhe merece sequer a atenção do dever de informação ou, do direito de ser informado. Ao que se diz, este executivo autárquico andou a congeminar, durante dois anos, às escondidas e nas costas dos munícipes, um negócio no qual é difícil vislumbrar qualquer interesse público.
Ao que julgo saber, vereadores do PS/Estarreja, em sessão de Câmara, apresentaram um requerimento no qual pediam a informação dos pareceres e procedimentos técnico-administrativos internos que sustentariam a legalidade da decisão de concessão de exploração das águas e saneamento, por um prazo de 50 anos, à ARA.
Parece que o senhor presidente não quis que se registasse em acta o dito, pelo que a coisa se ficou por uma simples intervenção que aguarda resposta. Se bem conheço o comportamento deste executivo municipal, os senhores requerentes devem esperar sentados, sob pena de virem a morrer, de pé.
Até ao momento, uma decisão de um negócio público que afecta directamente os munícipes, é tratado como qualquer segredo empresarial privado, sem qualquer informação ou esclarecimento, ou mesmo, a transparência que se exige a todos os actos da vida pública, o que é inaceitável a qualquer indivíduo que manifeste qualquer vago sentimento do dever de cidadania.
Fala-se de virmos a pagar a água mais cara do país. Fala-se que a taxa de ligação ao saneamento será abolida, desconhecendo-se o futuro valor das taxas de saneamento fixo, saneamento variável e, conta de resíduos. Talvez não seja o mais importante neste momento. Importante e urgente, é tornar público os contornos deste negócio. Antes do acto eleitoral. Caso contrário, preventivamente, é votar sem dúvida Fernando Mendonça, pois deste executivo apenas poderemos esperar o mesmo tipo de actuação, sabendo à partida o candidato, que dele se espera a renegociação da participação do município, na ARA.
Ao que julgo saber, vereadores do PS/Estarreja, em sessão de Câmara, apresentaram um requerimento no qual pediam a informação dos pareceres e procedimentos técnico-administrativos internos que sustentariam a legalidade da decisão de concessão de exploração das águas e saneamento, por um prazo de 50 anos, à ARA.
Parece que o senhor presidente não quis que se registasse em acta o dito, pelo que a coisa se ficou por uma simples intervenção que aguarda resposta. Se bem conheço o comportamento deste executivo municipal, os senhores requerentes devem esperar sentados, sob pena de virem a morrer, de pé.
Até ao momento, uma decisão de um negócio público que afecta directamente os munícipes, é tratado como qualquer segredo empresarial privado, sem qualquer informação ou esclarecimento, ou mesmo, a transparência que se exige a todos os actos da vida pública, o que é inaceitável a qualquer indivíduo que manifeste qualquer vago sentimento do dever de cidadania.
Fala-se de virmos a pagar a água mais cara do país. Fala-se que a taxa de ligação ao saneamento será abolida, desconhecendo-se o futuro valor das taxas de saneamento fixo, saneamento variável e, conta de resíduos. Talvez não seja o mais importante neste momento. Importante e urgente, é tornar público os contornos deste negócio. Antes do acto eleitoral. Caso contrário, preventivamente, é votar sem dúvida Fernando Mendonça, pois deste executivo apenas poderemos esperar o mesmo tipo de actuação, sabendo à partida o candidato, que dele se espera a renegociação da participação do município, na ARA.

