Não adianta Zé. Não é com discursos enrolados que lá vamos. É com factos e números. Já escrevi que o apoio que der a quem quer que seja, valerá o mesmo que o de qualquer outro cidadão logo, não mereço o tempo que perde na análise das minhas, no seu dizer, incongruências.
Qualquer candidato que vá a votos sustentado em anúncios de despesa pública não essencial, será para mim, mais do mesmo, e o mesmo aqui, é PSD/CDS na distribuição dos dinheiros públicos a entidades que de interesse público, têm nada.
O apoio ao Camilo, é ao Camilo. Considero que a sua candidatura é uma espécie de Euromilhões para a freguesia. Se esta não souber aproveitar esta generosidade caída do céu, é escolha sua. Os residentes civicamente empenhados em melhorar esta terra e as suas vidas, pagarão o preço que as bestas determinarem.
Quanto ao candidato Mendonça, vem anunciando intenções e fazendo propostas que entendo renovadoras do bafio e falta de transparência nos actos públicos que são prática do PSD/CDS. Desta coligação, até agora muda, surda e queda, deveremos esperar o habitual. Ainda assim, espero para ver.
Quanto ao negócio da ARA, a abordagem política contida na pretensa resposta às questões colocadas, não diz nada. A ladainha das contas e a megera tentativa de justificação do futuro preço da água, significa nada. Se dissesse que a ARA pretende gastar o dobro do que diz, o preço da água teria de ser o dobro do que será. É pura conversa para adormecer boi.
A consulta pública neste caso, deveria ser, obrigatória, se é que o não é. E um período de consulta pública nada tem a ver com assembleias municipais, realizadas não para discutir o assunto mas, para aprovar as decisões do executivo, o qual escondeu o assunto dos cidadãos durante mais de dois anos.
Quanto à falta de resposta aos suportes legais para a tomada da decisão, significa apenas o que é óbvio. Nem o Zé os conhece e, possivelmente, nem sequer existem. Ficamos conversados mas o assunto não morre aqui.

