Não se pode esperar de um licenciado da extinta universidade independente, grandes teorias económicas nem qualquer capacidade séria de análise. Em período eleitoral, mais uma vez, Sócrates recupera o jargão d’os ricos que paguem a crise, enquanto vai anunciando nova sobrecarga fiscal aplicável a reformados e trabalhadores por conta de outrem que aufiram alguma coisa acima do salário mínimo nacional.
Num país miserável como Portugal, este discurso rende votos. A prática, enterra o país na miserabilidade do desemprego, do desivestimento, da desgraça alargada a todos, conforme os cânones socialistas destes pés rapados emergidos das berças, entre latidos de cães e balidos das cabras.
Os ricos, resolvem facilmente a situação. Mudam-se e vão fazer a vida para qualquer país civilizado. Consigo levam as respectivas fortunas, fechando empresas e atirando para o desemprego os respectivos trabalhadores. Um país que não atrai investimento estrangeiro, liquida qualquer esperança de progresso ao escorraçar qualquer detentor de capital. Os países de acolhimento, agradecem.

