Tal como a generalidade das empresas públicas que geravam lucros foram privatizadas, basta lembras a GALP ou a EDP, logo que consolidado, o Grupo Águas de Portugal, será certamente privatizado. A actual líder do PSD já afirmou que esta empresa seria privatizada caso venha a ser eleita primeira-ministra.
Do que é público, o que Estarreja fez, pela mão do PSD, foi cumprir a sua parte na consolidação indispensável. Ao integrar a ARA, entregou para posterior privatização as águas do Concelho de Estarreja.
Segundo o Zé Matos, bastaria ler a Lei 90/2009, para se perceber que em caso de privatização “o espírito da lei deixa de ser cumprido e que a sociedade terá que acabar”. Ora a extinção da parceria, é definida no artigo 7º da dita Lei:
Extinção da parceria
A parceria extingue -se nos termos previstos no contrato de parceria.
O comum cidadão desconhece os termos do contrato. Mas sabe que o Grupo Águas de Portugal é o sócio maioritário, logo o decisor principal. Imagina-se, ou não, o valor global do negócio, concentrado numa única empresa. Precisamente o Grupo Águas de Portugal.

