a gentinha que tomou o poder de assalto, mandatou o embaixador Manuel Maria Carrilho – um dos poucos socialistas com carácter que ainda restam à agremiação – votar num egípcio ex-terrorista, para director geral da Unesco.
Manuel Carrilho recusou-se a votar em tal personagem. O propagandista secundado por um tal Amado, designou outro diplomata que foi a correr, executar o encarrego.
Felizmente para o Mundo, a organização para a ciência e cultura, acabou por eleger alguém com um módico de decência.
Também por estas escolhas, se avalia quem nos (des)governa, e de quem se rodeiam.

