Como disse anteriormente, fosse qual fosse o resultado eleitoral, nada haveria a festejar. O imperativo nacional de retirar a maioria ao propagandista foi concretizado. Forçosamente, e a partir de agora, a prepotência e arrogância socialista serão comedidas. Os grandes projectos de endividamento do país, serão reconsiderados. Provavelmente teremos um qualquer governo a prazo já que em diferentes áreas, qualquer entendimento com Sócrates será impossível. Este, por sua vez, tudo fará para inviabilizar governos de ocasião na perspectiva de voltar a conquistar nova maioria em novo acto eleitoral.
Mas o grande vencedor, foi a abstenção. Mais de 3,5 M de irresponsáveis, entenderam que a situação não é suficientemente grave para que mereça o sacrifício de irem às urnas. Preferem circo, em lugar de pão. Deus lhe ponha a mão por baixo, tal como ao borracho.

