Por Aveiro, discute-se o destino dos 13 milhões de contos que custou o estádio de futebol no qual se realizaram dois encontros. Uns querem a sua implosão. Outros defendem que, caia de pé. De qualquer forma, os 13 milhões e respectivos juros, estão a pagamento até para lá de 2020. Tirando alguma coisa à mesa, mais um pouco à saúde, alguma à farmácia, uns trocos à educação dos filhos, e sacrificando qualquer extravagância relacionada com qualidade de vida, a gentinha há-de pagar.
Os mesmos coiros que contribuíram ao aumento da dívida a pagamento, atarefam-se para a repetir. A turba aplaude. Lembra o naufrágio do Titanic que se afundava num mar de gelo, enquanto a orquestra tocava.

