Terça-feira, 28 de Abril de 2009

a propósito

Recentemente, a CME inaugurou um Centro de Interpretação Ambiental, no âmbito do projecto Bioria e, junto ao esteiro de Salreu.

Foi mais um passo, lamente-se por pequeno, no que deveria ser um projecto de enorme e indiscutível importância para a região, nas vertentes ambiental, social e económica. Nem a autarquia, nem aos autarcas e, muito menos a população, percebem a real importância das potencialidades desta região do Baixo Vouga Lagunar.

O senhor Presidente da autarquia de Estarreja, nas palavras então proferidas, vincou, na perspectiva de justificar o quase nada até aqui feito ou, o facto de se continuar a caçar numa ZPE, que a CME não teria qualquer capacidade jurídica ou administrativa sobre a região. De facto, não terá nem quererá.

Se efectivamente quisesse levar a sério o projecto Bioria, a autarquia, ao abrigo do Dec. Lei n.º 142/2008 de 24 de Julho, já teria iniciado o processo de criação de uma reserva natural local (RNL) tal como o fizeram já, outros municípios. Mas a pôrra dos interesse corporativos, os votos dos caçadores, o populismo de que está feita a política, a falta de coragem política, e a ideia de que os munícipes são todos umas bestas, produzem imbecilidades tamanhas que só o estado a que chegou o país, justifica.

A vontade de levar seriamente por diante este projecto, testemunha-se no andamento dos trabalhos, e nas infelizes declarações de quem também deveria ser, responsável.

Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

toma lá, que é democrático

Somos um povo de patetas. A generalidade destes ignorantes, ainda não tinha percebido que criminalizar o enriquecimento ilícito, seria um acto de suspensão da democracia. Ou seja, roubar é democrático.

Vem tarde este alerta da seita socialista. É que já não há grande coisa para roubar. Como em terra de cegos, quem tem olho é rei, quem tinha um olho filiou-se e, governou-se, democraticamente e dentro da ética republicana, presumo.

Um estado de direito, diz um qualquer língua de pau da seita. Pensava eu que num estado de direito, quem enriquece ilicitamente, ou mete ao bolso dinheiros públicos, deveria ser obrigado à devolução dos valores apropriados e condenado com todo o rigor da lei. Mas não, no entendimento destas seitas, roubar, é um acto democrático.

a apologia da miséria

Dado adquirido é que a miséria dos outros é sempre um grande negócio para certos empresários. Nem é necessário fundar um banco com o objectivo único de.., roubar os depositantes. Pagar metade de um salário já de si miserável, é evidentemente, um grande negócio.

E gajos destes, dormem descansados.

Sábado, 18 de Abril de 2009

localizações de sonho para o novo hospital de Estarreja

Poderá parecer puxar um bocadito a brasa à minha sardinha mas, que tal aproveitar as obras da sub-extensão de saúde de Canelas, esta pujante freguesia do Concelho, e instalar já ali, no coração da rua Direita, o novíssimo hospital de Estarreja, essa grande conquista do PS/PSD/PPD/CDS. Hã? Até já estou num frenesim danado só de pensar nas ambulâncias avenida acima, avenida abaixo, macas para cima e para baixo. C’um catano, isso é que era!

qual será o segredo?

Há gajos que nunca passam da puberdade. A coisa não fracassou. A merda ainda é a mesma, as moscas é que são mais pé-rapado, e mais gananciosas.

afinal, havia outra

Só espero que não se desculpem com o departamento de obras da CME, para não construírem o novo hospital de Estarreja.

localizações de sonho para o novo hospital de Estarreja

E que tal em Veiros. O presidente da junta anda para lá aflito com duas assoalhadas para um posto médico. Ficava a coisa logo resolvida.

até dá gosto

Foda-se! Isto é que são medidas a sério no combate à evasão fiscal. Espero mesmo que os funcionários sejam obrigados a desenvolver o “caparro” para os casos em que seja necessário encostar o cabedal aos faltosos. Um país assim, até dá gosto.., de mandar para o caralho, entenda-se, porque aos gajos que enriquecem que nem porcos sem se saber como, não acontece nada.

localizações de sonho para o novo hospital de Estarreja

E que tal, naquela freguesia que inaugurou o campo para o jogo da malha? Os doentes atletas poderiam disputar interessantíssimos campeonatos de “paulitos” enquanto recuperam das cirurgias.

não sei, talvez

O senhor presidente desta república devesse decidir e assumir qualquer coisita. Na situação presente, onde a igreja já se substitui ao governo na procura de soluções para a fome, pobreza e desemprego, pior que ter um governo de faz de conta, é o deixar que a roda continue a girar livremente e, o presidente da república, não deveria servir para fazer de conta.

localizações de sonho para o novo hospital de Estarreja

No seguimento das sugestões para a localização do novo hospital de Estarreja, agora que segundo parece, a CME já adiou a construção da fossa em Canelas, que tal no local previsto para a dita?

passar o tempo

O regime está morto e mumificado. Enquanto se esperam as exéquias, aqueles senhores que roçam as cadeiras de S. Bento, entretêm-se a legislar disparates e a gastar os últimos trocos em BMWs de luxo e demais mordomias. Aquele projecto de taxar os contribuintes a 60% - com a capa de combate ao enriquecimento ilícito, ameaça transformar-se em piada nacional. Enquanto isso, a gajada que efectivamente enriquece ilicitamente, continua a receber malas de dinheiro e a mandá-lo para os paraísos fiscais.

localizações de sonho para o novo hospital de Estarreja

Hã.., e que tal o novo hospital ao lado da nova piscina. Ficaria tudo novo e os doentes até poderiam ir a banhos entre um crise renal e a remoção de uma verruga nas partes pudicas.

cor-de-rosa

“Um bando de indigentes que comem à conta de empresas” dizia a Manuela Moura Guedes acerca do jetset nacional que aparece nas revistas cor-de-rosa (não confundir com rosa-socialista, sff.).

Se me permite a Dona Manuela, que comem à conta dos tristes que compram as tais revistas cor-de-rosa. Alguns só para verem os bonecos porque se soubessem ler, comprariam outra coisa.

para os devidos fins eleitoralistas,

anuncia-se a construção de um novo hospital para Estarreja, ali numa zona catita dentro do perímetro de influência do parque químico e ao lado dos bombeiros. Se aquela merda algum dia der para o torto, morrem os doentes, os médicos e os bombeiros. O desastre será total, mas está bem. Como previsível fogo-de-artifício para as eleições, o PS faz muito bem em anunciar estas benfeitorias e o PSD em reclamar os louros para a vitória da sua luta. O meu voto, não levam. Nem um, nem outro. Para cantorias, já temos o avô cantigas.

Agora, o pessoal que precisar efectivamente de serviços e cuidados hospitalares, pode fazer filhos à-vontade que talvez os netos, ainda venham a ver o novo hospital de Estarreja.

Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

até dá dó

ver o primeiro-ministro de um país onde se assume abertamente a existência de fome, sair pelas portas do fundo para fugir à multidão.

Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

ao que isto chegou

Claro que isto não é um país e muito menos uma nação. Só por brincadeira, os familiares das vítimas de Entre-os-Rios, seriam os únicos condenados num processo em que todos os responsáveis pela tragédia acontecida ou não foram sequer a tribunal ou, como sentenciou o colectivo de juízes” facilmente se conclui que os arguidos não praticaram os crimes de que vinham acusados, impondo-se a sua absolvição”.

crónica dos dias que passam

Segunda-feira, 13 de Abril de 2009

só para clarificar

O amigo José Matos, parece entender que este post, lhe é dirigido. A coisa tem vários sujeitos e o seu nome ou do blog, não são referidos. Ainda assim, talvez porque se reveja em alguma situação retratada, assumui alguma alusão. Com toda a consideração que me merece, não releva o necessário para tal.

Como no caso das lamas depositadas em Canelas, do encerramento das urgências hospitalares de Salreu, da defesa do baixo Vouga Lagunar contra a prática da caça, das dotações orçamentais da CME às pequenas freguesias ou, do investimento público nas mesmas, também na situação da construção da bacia de retenção de efluentes em Canelas, o tempo mostrará de que lado está a razão.

Ao meu Caro Amigo José Matos, agradecendo a ideia, dispenso qualquer convite para integrar uma qualquer lista política. Já lhe revelei pessoalmente, o sentimento que nutro pelo regime que conduz Portugal pelos caminhos da miséria. Aceitaria, integrar um movimento de cidadãos isentos, competentes e honestos, desde que descomprometidos do espectro partidário actual.

Igualmente dispenso, qualquer recomendação para frequência de cursos que não caibam nos meus interesses. Já dou a minha contribuição económica ao sustento dos licenciados que todos pagamos, para encontrarem soluções para os problemas. Eu não pretendo entender de tudo e nada. Basta-me saber exactamente, o que quero para a minha vida. E uma fossa a céu aberto na minha aldeia, eu não quero!

Quinta-feira, 9 de Abril de 2009

depósito de merda

É notável a lata de certos gajos que tendo responsabilidades políticas no Concelho de Estarreja – entenda-se, votar de acordo com a determinação do partido, em troca da senhita de presença, e até outras oportunidades - vão procurando habitar o mais longe possível. Locais onde existam hospitais com urgências 24h/dia, rede de transportes públicos, boas zonas habitacionais, comércio moderno, e sem terem de respirar ares impregnados de merda, enquanto vão defendendo exactamente o fecho de urgências hospitalares, ou a construção de bacias de dejectos a céu aberto, nas zonas onde exercem a tal (i)responsabilidade política. É a habitual e característica, esperteza saloia. Não é por acaso que o país se encontra como o conhecemos e vivemos.

Convém esclarecer as populações que a Simria é uma das empresas do Grupo Águas de Portugal, empresa esta detida a 100% pelo Estado logo, os investimentos das empresas deste Grupo são públicos, quer dizer, pagos e repagos ad eternum, pelos contribuintes. Na estrutura accionista da Simria, o Grupo Águas de Portugal detém 67,7 do capital, dividindo-se os restantes 32,3% pelos diferentes municípios do Distrito de Aveiro.

Isto para que se perceba, que na pretensão da Simria de construir uma bacia de efluentes em Canelas, não há qualquer intenção altruísta ou benemérita para com os habitantes de Canelas e Fermelã. O que acontece, é que a EEN9 nas condições actuais, já não responderá ao volume de efluentes que transporta, o que origina frequentes despejos para as águas do Ribeiro, como aqui já foi dito. Pretendendo a Simria alargar a sua área de intervenção aos Municípios de Oliveira de Azeméis, Oliveira de Frades, São Pedro do Sul, Sever do Vouga e Vouzela, compreende-se melhor a necessidade e urgência da construção da referida bacia.

O recurso a estas baías, a construir a 200 metros de habitações, é perfeitamente terceiro mundista, soluções empresariais economicamente baratas, cujos verdadeiros custos são transferidos para quem tem de viver próximo destas selvajarias, e só possíveis pela passividade, falta de informação e exigência de gente maioritariamente inculta, iletrada e atrasada, pastoreada por indivíduos que apenas defendem interesses pessoais, ou de grupo. Será falta de mundo mas, não conheço nenhuma destas estruturas junto de aglomerados populacionais importantes. Quantas existirão em Lisboa ou no Porto, junto de habitações? Mesmo em Aveiro, quantas existem?

Eu atrevo-me a sugerir à Simria, uma localização mais próxima de Aveiro para a construção da dita. Terá por lá defensores de tal obra, gente insensível a maus cheiros, talvez apreciadora de tanques de cagalhões misturados com mijo, e disposta a defender projectos desta natureza, contra qualquer bicho careta que mantenha um cómodo de sanidade mental e pretensão de viver com a qualidade de vida minimamente exigível por quem já tenha saído da idade das trevas.

Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

o depósito de merda

A CME (Câmara Municipal de Estarreja) já deu à Simria, parecer favorável à construção de uma bacia de retenção de efluentes, a construir em terrenos desta freguesia, sitos no limite da ZPE (zona de protecção especial – Ria de Aveiro) antes mesmo da Junta desta Freguesia se ter pronunciado sobre o empreendimento. Deu este parecer, sem qualquer avaliação de impacto ambiental, e sem consultar os lesados.

Não surpreende. É o desprezo e desconsideração habituais que este executivo camarário tem demonstrado pelos habitantes das freguesias mais pequenas. Não se deve surpreender o executivo pelas acções que iremos desencadear em prol da defesa da nossa qualidade de vida, do nosso habitat, e da nossa propriedade.

Fermelã, tanto ou mais prejudicada que Canelas, realizará hoje uma assembleia de freguesia para apreciação desta mesma questão. É de crer que lesados como nós, decidam pelo não à dita construção. Vítimas do mesmo desprezo autárquico, a CME, ao que se sabe, nem sequer oficializou o respectivo poder local sobre o assunto, na sequência do que já tinha feito quanto a Canelas.

É a política do quero, posso e mando. Mas certamente que faremos o possível para que mande durante pouco tempo.

Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

é grave que se saiba

"Hoje ouvi Mário Soares falar o caso Freeport. Soares pareceu muito preocupado com as fugas de informação. É de facto grave que determinadas coisas se saibam. Por exemplo, que se saiba que o caso esteve parado 4 anos. Ou que se saiba que o ministério dirigido pelo actural Primeiro-Ministro aprovou o Freeport nos últimos dias de um governo de gestão. Ou que se saiba que existem indícios de que houve corrupção na aprovação do Freeport. Ou que se saiba que o representante de português no Eurojust é suspeito de pressionar os responsáveis pela investigação. É muito desagradável que tudo isto se saiba. Em suma: grave não é a corrupção. Grave é que os indícios de que ela existe sejam divulgados."

João Miranda na Revista Sábado

Nunca se deve dar o poder a um gajo porreiro

"No início, ninguém dá nada por eles. Mas, pouco a pouco, vão conseguindo afirmar o seu espaço. Não se lhes conhece nada de significativo, mas começa a dizer-se deles que são porreiros. Geralmente estes tipos porreiros interessam-se por assuntos também eles porreiros e que dão notícias porreiras. Note-se que, na política, os tipos porreiros muito frequentemente não têm qualquer opinião sobre as matérias em causa mas porreiramente percebem o que está a dar e por aí vão com vista à consolidação da sua imagem como os mais porreiros entre os porreiros. Ser considerado porreiro é uma espécie de plebiscito de popularidade. Por isso não há coisa mais perigosa que um tipo porreiro com poder. E Portugal tem o azar de ter neste momento como primeiro-ministro um tipo porreiro. Ou seja, alguém que não vê diferença institucional entre si mesmo e o cargo que ocupa. Alguém que não percebe que a defesa da sua honra não pode ser feita à custa do desprestígio das instituições do Estado e do próprio partido que lidera. O PS é neste momento um partido cujas melhores cabeças tentam explicar ao povo português por palavras politicamente correctas e polidas o que Avelino Ferreira Torres assume com boçalidade: quem não é condenado está inocente e quem acusa conspira. Nesta forma de estar não há diferença entre responsabilidade política e responsabilidade criminal. Logo, se os processos forem arquivados, o assunto é dado por encerrado. Isto é o porreirismo em todo o seu esplendor. Acontece, porém, que o porreirismo de Sócrates, pela natureza do cargo que ocupa, criou um problema moral ao país. Fomos porreiros e fizemos de conta que a sua licenciatura era tipo porreira, exames por fax, notas ao domingo. Enfim tudo "profes" porreiros. A seguir, fomos ainda mais porreiros e rimos por existir gente com tão mau gosto para querer umas casas daquelas como se o que estivesse em causa fosse o padrão dos azulejos e não o funcionamento daquele esquema de licenciamento. E depois fomos porreiríssimos quando pensámos que só um gajo nada porreiro é que estranha as movimentações profissionais de todos aqueles gajos porreiros que trataram do licenciamento do aterro sanitário da Cova da Beira e do Freeport. E como ficámos com cara de genuínos porreiros quando percebemos que o procurador Lopes da Mota representava Portugal no Eurojust, uma agência europeia de cooperação judicial? É preciso um procurador ter uma sorte porreira para acabar em tal instância após ter sido investigado pela PGR por ter fornecido informações a Fátima Felgueiras. Pouco a pouco, o porreirismo tornou-se a nossa ideologia. Só quem não é porreiro é que não vê que os tempos agora são assim: o primeiro-ministro faz pantomima a vender computadores numa cimeira ibero-americana? Porreiro. Teve graça não teve? Vendeu ou não vendeu? Mais graça do que isso e mais porreiro ainda foi o processo de escolha da empresa que faz o computador Magalhães. É tão porreiro que ninguém o percebeu mas a vantagem do porreirismo é que é um estado de espírito: és cá dos nossos, logo, és porreiro. E foi assim que, de porreirismo em porreirismo, caímos neste atoleiro cheio de gajos porreiros. O primeiro-ministro faz comunicações ao país para dizer que é vítima de uma campanha negra não se percebe se organizada pelo ministério público, pela polícia inglesa e pela comunicação social cujos directores e patrões não são porreiros. Os investigadores do ministério público dizem-se pressionados. O procurador-geral da República, as procuradoras Cândida Almeida e Maria José Morgado falam com displicência como se só por falta de discernimento alguém pudesse pensar que a investigação não está no melhor dos mundos... Toda esta gente é paga com o nosso dinheiro. Não lhes pedimos que façam muito. Nem sequer lhes pedimos que façam bem. Mas acho que temos o direito de lhes exigir que se portem com o mínimo de dignidade. Um titular de cargos políticos ou públicos pode ter cometido actos menos transparentes. Pode ser incompetente. Pode até ser ignorante e parcial. De tudo isto já tivemos. Aquilo para que não estávamos preparados era para esta espécie de falta de escala. Como se esta gente não conseguisse perceber que o país é muito mais importante que o seu egozinho. Infelizmente para nós, os gajos porreiros nunca despegam."

Helena Matos, Público (assinantes)

Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

à atenção da GNR de Estarreja

Não se agradece o cumprimento das obrigações. Reconhece-se. Às autoridades que resolveram este problema de imediato, aqui fica o reconhecimento pelo cumprimento do seu dever.

Acontece que a quadrilha dispersa do local, se distribuiu em pequenos grupos, e passou a actuar nas aldeias do Concelho, molestando e intimidando agora, quem assiste às celebrações religiosas, essencialmente durante os fim-de-semana.

Ou seja, a dissuasão das suas actividades de mendicidade agressiva, não passa apenas pela presença das autoridades. Como disse então, é necessário verificar a legalidade da sua presença no país, e proceder de acordo.