Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010

do lixo político em que nos afundámos

a capital deste almoxarifado, umas ruínas a que chamamos lisboa, é uma enorme caixa de esmolas a céu aberto. prédios abandonados que ameaçam ruir a cada momento, ruas esburacadas, uma tristeza confrangedora numa cidade apagada e que se apaga à meia-noite.

o alcaide em funções, um tal costa, pretendente a ministro, não existe. decreta taxas de entrada, de estadia e de saída. cobra estacionamento em cada esquina mijada e suja de dejectos imundos espalhados pelo chão. quem visita o sítio, foge incrédulo depois de pagar ao tal costa, para entrar, estar, e para fugir.

uma boa amostra do portugal contemporâneo governado por seitas.