a gravidade da situação está materializada no acto de venda da sede da cgd ao fundo de pensões dos funcionários. seguramente que, sem o desejarem, viram-se assim de repente, donos do mais sumptuoso edifício bancário na europa.
se isto der mesmo para o torto, os agora proprietários vão querer mesmo o seu dinheiro e não bocados de mármores de carrara, pelo que poderão optar por despejar o inclino, o que se tal vier a acontecer, não será grave já que por essa altura, qualquer pensão da almirante reis deve ter condições para o albergar.
o facto subjacente, é que a cgd, está na situação do país. tesa.

