retiro o que tenho dito sobre reduzir o número de autarquias. se fecham a da terra, são mais de duzentos empregos que vão à vida. uma autarquia que se congratula pela instalação de empresas que criam dois postos de trabalho, não se pode fechar. uma criadora de eventos que é a maior empregadora do povoado. diria até, que é mesmo uma obra de caridade, a de dar mama a tanta gente, agora que o iva do leite vai aumentar.
acrescentando-lhe mais 25 para organizar carnavais, a coisa ainda fica mais compostinha, até porque o tempo começa a escassear para enfiar todos aqueles funcionários sem os quais a coisa não anda e já só faltam 3 anos. o que me preocupa, é o espaço para alojar tanto trabalhador. 250 gajos é um batalhão e num espaço tão exíguo, de certeza que se pisam uns aos outros e depois têm de meter baixa e tal, a menos e como já é visível, que tenham o posto de trabalho na rua a velar pelo crescimento da relva, das lâmpadas dos candeeiros e assim…
a uma criadora de eventos, não se questiona a criatividade mas, e ainda assim, o que é que poderão fazer 250 gajos, pagos pelos contribuintes, hospedados numa instituição que visivelmente, não serve para outra coisa que empregar gajos? é obra!
10 assistentes técnicos, doutorados em andebol certamente, 5 doutores em natação, oito técnicos superiores fazedores de gaiolas.., é pá, um gajo espanta-se desta merda só agora estar a declarar falência e desta gente que fode o povo e o país, não ter um pingo de vergonha nas fuças!

