Sócrates, cujo carácter psicótico não deixa dúvidas a ninguém limpo de preconceitos ou clubite política, é o problema: não federa; não gera confiança; mero habilidoso em sucessivas patranhas. Evacuá-lo a tempo e horas permitir-nos-ia respirar novamente. Seria preciso aliar a determinação à benignidade e ao bom carácter. Sócrates é absolutamente maligno e incapaz. Não gosta de gente, a não ser dos idiotas a quem paga principescamente para dizerem o que exige ouvir porque são assessores de estética, oportunistas da palavra melíflua. Não gosta de humor, castra e estrangula quaisquer vozes satíricas que lhe embaciem o semblante estelar. Não suporta críticas, não suporta o pluralismo, cioso de si e do seu Poder. Há anos que está a mais. Hoje vê-se para quê e com que danos irreparáveis. Ou ele, ou nós.
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