Sábado, 30 de Outubro de 2010

um post para o povo

ide ler Noam Chomsky

10 estratégias de manipulação das massas.

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de se interessar pelos conhecimentos essenciais na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem qualquer tempo para pensar; de volta ao pasto como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')".

comentário: é para isto que servem as casas do segredo, as telenovelas, os bom dia portugal, as tardes da júlia, a bola, os passeios dos idosos, os parques de merendas, carnavais, taças de samba e demais folclore com que enchemos as nossas vidas.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

comentário: como nos foi incutido, nós somos os responsáveis pela crise e como diz o almeida santos, se o governo sofre, o povo tem de sofrer também. percebem? aceitamos sem qualquer protesto que a idade da reforma seja diferida, que nos baixem os salários, reduzam apoios sociais, eliminem serviços públicos, aumentem impostos, etc.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram vidas decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

comentário: o aumento da carga fiscal é só para o ano, ou um pec hoje, outro para o mês que vem, uma scut agora, outra mais logo, uma urgência fechada agora, outra amanhã.

4- A ESTRATÉGIA DO DIFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é exigido imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.

comentário: é necessário que o povo faça sacrifícios para que se salve a pátria.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de tenra idade ou um deficiente mental. Quanto mais se pretenda enganar o espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? "Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em função da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".

comentário: aliás, por cá, com a instrução que temos e a cabeça cheia de futilidades, se nos falassem seriamente, iríamos pensar que nos estavam a ralhar.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...

comentário: nesta, somos especialistas; discutimos com igual seriedade, política, bola, religião e telenovelas. se não nos derem maioria, as pensões de reforma e apoios sociais ficam postos em causa.

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')".

comentário: pois, a escolinha substituída pela patinagem, andebol e outras distrações. os livros de estudo, trocados por brinquedos electrónicos. o passar de ano sem avaliação, o ir à escola quando o aluno quer, a sistemática degradação qualitativa do ensino público, a baixa qualidade dos professores – já eles um produto do sistema.

é aqui que entram estas hordas de imbecis úteis que desviam os miúdos das escolas – já de si fraquíssimas, para os levar – até os vão buscar a casa, para desportos de berlinde e pião onde fazem deles novos imbecis.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover no povo a ideia de que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto...

comentário: por cá já fomos mais longe. aceitamos ser roubados por qualquer crápula engravatado com a justificação de que rouba, mas faz.

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao contrário de se revoltar contra o sistema econômico, o individuo auto-desvaloriza-se e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

comentário: esta já não se aplica por cá. o nosso estádio de brutalidade é tal, que o damos de barato. já ouvi gente que vive como animais, dizer que enquanto for dando para a sopinha, é deixar andar.

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele se conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos. 

comentário: e esta, muito menos. o nosso estádio de conhecimento não está parado. está em franca regressão.

ide ver

o mal de portugal é haver tanta gente que não trabalha, gente que ganha fortunas só para assinar papéis.

e o mais cínico e doloroso de tudo isto é que são esses papéis que estão a destruir as nossas vidas.

antero de alda

gente desta, sempre se entende

concluída mais uma farsa, resta-nos continuar a empobrecer e esperar por março para os mandar para o sítio de onde nunca deveriam ter saído.

cortar na despesa

onde o estado gasta o dinheiro? vejamos o caso das autarquias e tomando a de estarreja como exemplo: cerca de 250 assalariados vezes o salário médio nacional, são cerca de 3,1 milhões anuais. estendendo o exercício às 308 autarquias nacionais, a brincadeira atinge os 1.000 M de euros anuais só em salários.

se as câmaras são precisas? sim! se são necessárias 308? Não! um terço das atuais bastariam e sobrariam. por aqui a junção de Albergaria, Estarreja e Murtosa, mais que óbvia, seria natural.

seria de todo conveniente que estas entidades tornassem transparente e público o quadro de pessoal, respectivas funções e salários. ia ser um fartote.

condenados à nascença

ainda acerca do post infra, o que se percebe do essencial, é que já não há miúdos que cheguem para tanto entertainer, daí a ideia peregrina de celebrar um protocolo que dividisse a canalha existente pelas entidades concelhias instaladas. um gajo lê, e fica incrédulo.

se esta gente tão dedicada às crianças tivesse feito alguma coisa de jeito na sua adolescência, ocuparia hoje o tempo no desempenho das suas funções; seriam altos quadros, investigadores, médicos, engenheiros, de forma geral úteis a si e ao país, e não teriam tempo para andarem a foder o futuro dos outros. e se tivessem, ensinariam os miúdos a serem investigadores, economistas, ou mesmo serralheiros que bem precisos são. ajudariam estes miúdos a construir  uma carreira ou profissão, com a qual ganhassem a vida e contribuíssem para o país sair deste atoleiro. infelizmente, o que aprenderam foi isto. em vez de escola, fizeram andebol e nem sequer perceberam que este não é o caminho.

sei que estas linhas são perfeitamente inúteis. o país é de broncos e quem aqui nasce tem de viver e morrer com os ditos. salreu terá a sua equipa de andebol feminino e com isso desgraçará desde já a vida a uma série de jovens que irremediavelmente abandonarão ou concluirão o período escolar sem o aproveitamento ou qualificações necessárias à integração num mundo do trabalho sempre mais escasso e exigente. quando chegarem à idade adulta, serão como os outros, caixas temporários num supermercado se conseguirem a vaga, e entertainers para tramarem os miúdos seguintes. é o nosso fado e como prevê a UE, em 2020 conseguiremos ser ainda menos qualificados do que atualmente.

ora esta gente, poderia viver a vidinha que para si construiu, sem prejudicar ninguém, sem comprometer o futuro de outros, sem gastar o dinheiro público em merdas. poderia perfeitamente estar em casa, a bater punhetas a grilos ou fazer renda de bilros, artes bem mais nobres do que tramar o futuro das gerações seguintes.

mas, de acordo com a cultura local, irão mesmo para a frente com a equipa de andebol feminino, para gaudio de meia dúzia de pais igualmente broncos. nesta fatalidade e para ultrapassar as dificuldades na captação dos futuros atletas, em vez do utópico protocolo, sugiro antes um sistema de trocas. por exemplo; troco duas andebolistas da classe pintelho, por três do escalão lisinhas. pode ser que resulte…

Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010

estou comovido!

lavado em lágrimas. é muita emoção junta. saber que a autarquia criou 25 novos postos de faz de conta, trabalho, e que salreu vai reforçar o seu contributo a esse grande desígnio municipal que é o de tirar os putos à escola e licenciá-los nessa grande e proveitosa arte do andebol feminino, é demasiado num dia só.

eu sei que o acampamento é um hospício a céu aberto mas, não haverá ninguém que ponha juízo na cabeça desta gente. estes caralhos não aprenderam nada durante a vida? não percebem a situação dramática em que nos encontramos? não lhes dá para fomentarem o estudo, a formação, as competências? são como os malucos que só lhes dá para fazer mal?

‘tá desempregado? candidate-se!

retiro o que tenho dito sobre reduzir o número de autarquias. se fecham a da terra, são mais de duzentos empregos que vão à vida. uma autarquia que se congratula pela instalação de empresas que criam dois postos de trabalho, não se pode fechar. uma criadora de eventos que é a maior empregadora do povoado. diria até, que é mesmo uma obra de caridade, a de dar mama a tanta gente, agora que o iva do leite vai aumentar.

acrescentando-lhe mais 25 para organizar carnavais, a coisa ainda fica mais compostinha, até porque o tempo começa a escassear para enfiar todos aqueles funcionários sem os quais a coisa não anda e já só faltam 3 anos. o que me preocupa, é o espaço para alojar tanto trabalhador. 250 gajos é um batalhão e num espaço tão exíguo, de certeza que se pisam uns aos outros e depois têm de meter baixa e tal, a menos e como já é visível, que tenham o posto de trabalho na rua a velar pelo crescimento da relva, das lâmpadas dos candeeiros e assim…

a uma criadora de eventos, não se questiona a criatividade mas, e ainda assim, o que é que poderão fazer 250 gajos, pagos pelos contribuintes, hospedados numa instituição que visivelmente, não serve para outra coisa que empregar gajos? é obra!

10 assistentes técnicos, doutorados em andebol certamente, 5 doutores em natação, oito técnicos superiores fazedores de gaiolas.., é pá, um gajo espanta-se desta merda só agora estar a declarar falência e desta gente que fode o povo e o país, não ter um pingo de vergonha nas fuças!

um gajo põe o pé na rua, e está roubado

 

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depois de muitos avanços e recuos, discussões sem fim sobre poentes e nascentes, a solução para o transito na picada 109, foi a construção de uma via rápida a nascente destas aldeias. por conta dos impactos ambientais e económicos, a dita picada seria melhorada ao nível de qualquer boulevard parisienne. espatifado o cacau dado, mais o pedido emprestado, toca de portajar a via rápida e, como seria de esperar, o transito voltou a transferir-se para a picada.

um gajo para ir comprar batatas a estarreja, tem de se enfiar num 4X4 e ir cedinho porque a fila é longa. poderá sempre ir a aveiro, mas aí, terá de contribuir para pagar o que já pagou. assim sendo, enche-se de paciência, toma uma dose cavalar de ansiolíticos e mete botas a caminho do povoado.

felizmente que os governos locais, sempre prontos para os mais diversos carnavais, já encontraram a solução para fazer andar a economia, colocando uns plásticos pendurados em tubos metálicos – a fazer de conta que é informação vertical – dissuadindo os gajos que ainda transportam as batatas de continuarem na picada municipal, sob pena de passível condicionamento – seja lá isso que merda for – na capital. se os camionistas querem ir levar batatas ao povo, que paguem portagens e metam na conta que o povo paga.

esta merda é demasiado má para ter sido lucubrada por qualquer inteligência humana. pensaria eu, que a autarquia, dentro dos deveres que lhe são exigíveis, estaria a tratar de beneficiar a picada como alternativa a uma situação para a qual contribuiu e em muito prejudica os residentes, e a atividade económica em geral. mas parece que não. a solução, é ameaçar os condutores com condicionamentos.

a menos, que a dita queira transformar a picadita num sambódromo municipal. se é assim, a gente já se entende, aprova, e até sugere desde já o nome de baptismo.

ou, como defendo, reduzir as autarquias a um terço das atuais 308, poupava muita despesa inútil, com o único contra de a gente não se rir tanto.

‘tava aqui a perguntar-me,

se já terão começado as obras do novo hospital de estarreja, aquele que o ps local conseguiu fazer aprovar junto dos cómicos, e o mesmo que o psd da terra reivindicou como sua conquista, depois de ter alegremente consentido no encerramento da urgência noturna do visconde de salreu. a importantíssima obra da nova piscina, parece que está pronta, agora o que faz falta, como é o caso do hospital, é que é do caralho.

Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010

um futuro risonho

a EU divulgou um estudo no qual conclui que os acampados serão em 2020, se tal é possível, menos qualificados do que atualmente. é erro, má fé ou ignorância. omitiu certamente os avultados investimentos que as autarquias têm feito na formação de técnicos patinadores, licenciados em andebol de praia, bacharéis em canoagem, engenheiros em futebol de salão, doutores em carnavais, investigadores em natação, ao que se junta aquela acertada medida governamental de fazer pagar os livros de estudo, e oferecer em troca às criancinhas, brinquedos tecnológicos.

esta gajada da união é mesmo do contra.

Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010

atão, e o sôr procurador

tá à espera de quê pra sentar na tripeça estes manhosos, perdão, estadistas, que arruinaram o acampamento?

de crescer? de se fazer homenzinho?

não chegam os testemunhos? é preciso apresentar as espinhas dos robalos?

Terça-feira, 26 de Outubro de 2010

porca miséria

percebe-se o povo que somos quando são os estrangeiros a reclamarem da miséria que se instalou neste acampamento

notícias no estado a que isto chegou

foi ontem notícia e em direto que um dos cómicos que negoceiam o saque aos contribuintes, se tinha levantado para ir fazer chichi.

Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

cortar na despesa

O presidente da RTP disse no Parlamento que a RTP "dá lucros". A RTP é a empresa que custa por ano centenas de milhões de euros aos portugueses. A forma como o presidente da RTP falou e fala deste assunto é de uma total insensibilidade social e política, e até financeira, para não dizer que revela enorme falta de pudor e insulta quem paga com dificuldades os seus impostos e a factura mensal da EDP. Na hora do "orçamento mais importante dos últimos 25 anos", aqui colaboro com o Parlamento, propondo dez medidas que permitirão aumentar muito os "lucros" da RTP e melhorar o serviço público. Estas medidas também passam pelo gabinete, pelo automóvel (um Mercedes novo, dourado) e pelo vencimento do presidente da RTP, mas são muito mais amplas e de grande alcance para melhorar o serviço público e diminuir o défice orçamental.
1. Encerrar imediatamente a RTPN. O canal não faz parte do mandato de serviço público. Não é de acesso universal. Quando foi criado, já existia uma alternativa suficiente e eficaz, a SICN. Neste momento, há outra, a TVI24, bem como o canal de economia do Diário Económico. A RTPN faz-lhes concorrência desleal. E, principalmente, é uma sobrecarga desnecessária paga pelos contribuintes.
2. Fundir a RTP Internacional e a RTP África num único canal. Como representação do Estado e exportação de Portugal, é suficiente. Haver dois canais é uma sobrecarga desnecessária paga pelos contribuintes.
3. Fundir a RDP Internacional e a RDP África numa única estação, fechando uma delas. Como representação do Estado e exportação de Portugal, é suficiente. Haver duas estações é uma sobrecarga desnecessária paga pelos contribuintes.
4. Encerrar imediatamente a RTP Memória. O canal não é de acesso universal e não tem utilidade informativa, pedagógica ou estética. A RTP não tem material suficiente de interesse e qualidade para um canal destes. E o que tem é mal contextualizado. A RTPM é inútil. Os conteúdos históricos podem alojar-se no site da RTP. A RTPM é uma sobrecarga desnecessária paga pelos contribuintes.
5. Encerrar imediatamente a Antena 3. A estação faz concorrência desleal com estações privadas que existiam anteriormente. A Antena 3 é uma sobrecarga desnecessária paga pelos contribuintes.
6. Encerrar imediatamente a RTP Açores e a RTP Madeira. As razões importantes que levaram à sua criação já não se justificam actualmente. Os madeirenses e os açorianos têm acesso aos mesmos canais que os continentais. A TV alternativa está muito mais disseminada nas ilhas do que no continente. As notícias das regiões autónomas cabem perfeitamente num programa de informação regional de âmbito nacional. A RTP Açores e a RTP Madeira são uma sobrecarga desnecessária paga pelos contribuintes.
7. Encerrar imediatamente a RDP Madeira e a RDP Açores. Pelas mesmas razões. A RDP Madeira e a RDP Açores são uma sobrecarga desnecessária paga pelos contribuintes.
8. Diminuir imediatamente o número de administradores da RTP de cinco para três. Diminuir imediatamente o número de directores de informação da RTP de seis para três e da RDP de seis para três. Fechar imediatamente "gabinetes" e "centros" da RTP, reduzindo-os de 13 para três ou quatro. Fechar pelo menos dez das cerca de 20 "direcções" da RTP e RDP. Só servem para tachos e prateleiras douradas. São uma sobrecarga desnecessária paga pelos contribuintes.
9. Reduzir drástica e imediatamente os gigantescos subsídios de vencimentos da administração, das direcções e de muitas "estrelas" e boys and girls nas prateleiras. Os subsídios são escandalosos e desajustados do mercado. Renegociar os contratos com as "estrelas", com os emprateleirados dourados, com a multidão de directores-gerais e subdirectores-gerais que não servem para nada ou são chefes de dois ou três "índios". Criar um tecto salarial para qualquer eventual nova contratação. Terminar imediatamente com os contratos que permitem cerca de oitenta Audi a chefes e subchefes sem que haja qualquer razão lógica ou razoável para terem carro de serviço. Proibir em absoluto o uso dos automóveis em fins-de-semana e viagens de férias, incluindo ao estrangeiro. Acabar com os "cartões frota", cartões de crédito e pagamento de telefones de casa. Não assinar mais duvidosos acordos de assessoria externos. Tudo isto é uma sobrecarga desnecessária paga pelos contribuintes.
10. Começar de imediato a trabalhar para a criação de um bom canal de serviço público, que deverá chamar-se RTP, acabando com a RTP1 e a RTP2. A maioria da programação da RTP1 e da RTP2 é uma sobrecarga desnecessária paga pelos contribuintes.

Eduardo Cintra Torres, Público

livrar os costados

 a canalha vai-se protegendo.

Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010

deixem-se estar sossegadinhos que

hoje há mais telenovelas, e bola, e casa dos segredos e entretenimento para as 24 horas do dia. portanto, deixem-se estar a embrutecer no sossego do lar que o assalto fiscal é por uma boa causa. distribuir o vosso capital pelos loureiros, silvas e demais sumidades que roubaram e especularam, perdão, fizeram mais valias à farta, através dos bons serviços prestados por essa notável instituição chamada bpn.

Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010

da série, porreiro pá!

o OE para 2011, ou é uma enorme fraude, no seguimento do que tem sido a actuação de sócrates e seus muchachos ou, um exercício feito a contar pelos dedos, o que não é menos plausível tendo em conta os licenciados em regime de fim-de-semana que integram o conjunto de marginais que se auto-designam por governo.

entre a inscrição de montantes em dívida que afinal não existem, como é o caso da ascendi ou, como hoje noticia o jornal de negócios, tendo a dupla teixeira dos santos e josé sócrates inflacionado a despesa de 2010 pela inclusão do pagamento dos submarinos comprados pelo paulinho e com isso, arranjado motivo para esmifrar os contribuintes, ao anunciarem um corte de 4,4% na despesa intermédia em 2011,  o que na verdade estão a prever é aumentar aquela despesa em 600 milhões de euros, ou seja quase 0,5% do pib. como venho dizendo, como governantes, valem merda, agora como artistas, são do melhorzinho que por cá temos.

por isso, faz muito bem a quadrilha do psd em viabilizar mais esta fraude e com isso ajudar a enforcar os trolhas que não conseguem fugir deste acampamento. faz muito bem, até porque a seguir, é a vez dela.

como já é a segunda vez

ajuda a compreender as razões da falência do acampamento. um gajo competentíssimo no dizer dos mamões.

esperem por melhoras

a revolta popular que paralisa a frança, nem sequer faz eco na imprensa portuguesa, totalmente controlada e submissa ao regime. e, o que move os franceses, em nada se assemelha ao que por cá se passa. estes, reclamam de uma intenção do governo passar a idade de reforma dos 60 para os 62 anos, o que aqui, já vai nos 65.

neste acampamento, fala-se da viabilização do orçamento, a única coisa que interessa para que se mantenham os boys em funções, para que se saqueie impunemente qualquer bem ou riqueza ainda em posse do cidadão comum, para que se continuem obras megalómanas de que o país não precisa mas dá jeito ao coelhone. um assalto por via fiscal sem precedentes, intolerável que só um povo de profundos idiotas sofre sem qualquer contestação, ou sem sair à sua e crucificar a gatunagem instalada.

o paulinho das feiras, perante a comoção geral e grande aprovação dos mancebos, acabou com a tropa, a só instituição que poderia garantir a legalidade democrática e os interesses nacionais acima dos desmandos de marginais constituídos em estadistas. assim, o zé povinho pode esperar sentado que a senhora de fátima lhe venha repor as condições mínimas de higiene para que se possa viver nesta choldra.

continuem a ver telenovelas e futebol e esperem por melhoras.

Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010

poderia ser mais simples. bastaria obrigar os trolhas a entregarem tudo o que possam ter

a dimensão do buraco ainda não é conhecida e a do saque, vai saindo a saca rolhas. mas, acho bem. multas aos trolhas (ainda que só devessem ser aplicadas aos que aceitam ser governados por gatunagem) e um aumentozito na taxa que paga as donas fátimas, a paneleiragem das manhãs e os restantes marrecos do regime.

um artista português

este é o orçamento que salva portugal da crise, diz o gajo que faz de primeiro-ministro. é uma tirada para a estória, muitos furos acima do saudoso António Silva.

Onde cortar na despesa?

Diário da República nº 28 – I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010


RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010.

Orçamento da Assembleia da República para o ano em curso:

Vencimentos de deputados

12.349.000,00

Ajudas de custo aos deputados

2.724.000,00

Transportes de deputados

3.869.000,00

Deslocações e estadas

2.363.000,00

Assistência técnica

2.984.000,00

Outros trabalhos especializados

3.593.000,00

Restaurante, refeitório e cafetaria

961.000,00

Subvenções aos grupos parlamentares

970.000,00

Equipamento informático

2.110.000,00

Edifícios

2.686.000,00

Transfer’s diversos

13.506.000,00

Subvenção aos partidos na AR

16.977.000,00

Subvenções campanhas eleitorais

73.798.000,00

TOTAL da despesa orçamentada

191.405.356,00

 

ou seja, esta gente que tão brilhantemente tem legitimado a bancarrota a que o país foi conduzido, custa por deputado aos pagadores de impostos, a módica quantia de 700.000,00 por ano, 60.000,00 por mês.

metade dos deputados, metade dos organismos públicos, metade das câmaras, teríamos um superávite na balança de pagamentos, um país mais higiénico com menos sanguessugas.

Domingo, 17 de Outubro de 2010

pergunto eu..,

a rapaziada que faz que governa, não deveria estar a contas com a justiça por prática de gestão danosa?

reconhecido como o pior guarda-livros da europa

tenham medo, muito medo, no dizer deste cómico que continua a contar piadas já com o barco submerso, que vêm aí os mauzões do fmi caso não lhe dêem mais um cheque em branco, para derreter como os anteriores.

o grau de charlatanisse, ou apenas a mais completa incompetência desta criatura, mete dó. um gajo que faliu o país, que se engana sistematicamente nas contas, vem agora ameaçar com um papão. como se o fmi, fizesse pior do que ele próprio. como se os homens viessem saquear o país, como as quadrilhas partidárias têm feito, como se viessem apenas cobrar impostos sem qualquer plano de desenvolvimento.

este gajo vai longe. os que pagam, é que não vão a lado nenhum.

Sábado, 16 de Outubro de 2010

roubados, saqueados e gozados

em frança, o governo quer passar a idade de reforma dos 60 para os 62 anos. a contestação é a que se vê nas televisões. o país está a ferro e fogo.

é a reacção normal em pessoas civicamente activas, inteligentes, habilitadas, capazes de defenderem na rua os seus interesses, e com a clara noção de que governantes, são empregados públicos contratados para gerir o país de acordo com o interesse público.

por cá, é igualmente o que se vê. um povo manietado, analfabeto, inconsciente e incompetente, à espera de levar a cachaçada fatal. bovinamente.

os pândegos que fazem o papel de governantes, gerem em função dos seus interesses, da clientela partidária, da banca, e das mota/engis desta vida.

o povo espreme-se, os albergados no estado apenas mudam para a sala ao lado e lá para janeiro ou fevereiro estaremos a discutir o pec 25 e antes do verão, lá chegarão os senhores de fato escuro. lamentavelmente, tarde demais.

Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010

isto não é tudo mau

o peec - plano estratégico de embrutecimento colectivo - desenhado a partir de 1976, é um sucesso sem precedentes. verifica-se no tipo de gente que elegemos, supostamente para governar o país.

as televisões nacionais, têm dado uma contribuição decisiva ao referido plano e deveriam mesmo ser condecoradas por tal, no próximo dia da nação, ou antes, caso se preveja já não haver dinheiro para as medalhinhas.

aqueles seres magníficos de sexualidade indefinida que embrutecem velhos e novos dias a fio, dando imensos conselhos aos pobres, esmolas aos desgraçados que expõem as suas vidas miseráveis ao mundo, produzem porcarias que despertam nestes idiotas sentimentos de voyeurismo, romances e telenovelas, ao custo mensal unitário de 40.000, no caso da rtp, a pagar pelos do costume são, sem dúvida, merecedores desta singela homenagem.

ler nas entrelinhas

a gravidade da situação está materializada no acto de venda da sede da cgd ao fundo de pensões dos funcionários. seguramente que, sem o desejarem, viram-se assim de repente, donos do mais sumptuoso edifício bancário na europa.

se isto der mesmo para o torto, os agora proprietários vão querer mesmo o seu dinheiro e não bocados de mármores de carrara, pelo que poderão optar por despejar o inclino, o que se tal vier a acontecer, não será grave já que por essa altura, qualquer pensão da almirante reis deve ter condições para o albergar.

o facto subjacente, é que a cgd, está na situação do país. tesa.

a coisa..,

está preta, pelo que as autarquias deveriam antecipar desde já os passeios seniores e mesmo juniores do próximo ano, as festividades locais, pôr em marcha desde já o carnaval de dezembro, adiantar aos clubes, associações e demais pedintes o dinheiro dos contribuintes a sacar em 2011, ir a porto novo verificar a temperatura das águas, e restantes merdices a que as câmaras se dedicaram depois de terem passado a gestão local aos privados.

saquear

aqui, o problema, é que eles só sabem sacar. eu, enquanto grande especialista em metropolitanos, deixo aqui a candidatura ao lugar e pode mesmo ser por 2.900 mensais. não tenho é cartão.

vale tudo

medidas socialistas de incentivo à livre circulação.

os boys e os tachos

a ler aqui.

cortar na despesa

ainda a propósito dos gastos públicos, lembra-me de ter entrado na junta de freguesia desta aldeia, haverá cerca de dois anos, e ter deparado com um tumulto numa das salas. a coisa resumia-se ao seguinte: no âmbito de um projecto ligado às novas tecnologias, estavam instalados na dita sala, uma série de equipamentos informáticos, ligados em rede, nos quais os formandos, brincavam com jogos de guerra.

confrontado o formador com a situação, justificava-se dizendo que já era bom manter os formandos dentro da sala. este caso, será igual a milhares de outros iguais ou semelhantes, nos quais se gastaram fortunas que serviram aos amigos negociantes de hardware, amigos das consultoras e aos irresponsáveis que admitiram estas situações. os formandos, esses continuam broncos como sempre. 

aos idiotas preocupados

li num blog vizinho que há por aqui imbecis preocupados com o valor da minha reforma. Esta, e ao contrário da maioria das pensões e subsídios por aqui recebidos, não provém de actos administrativos ou caridosos que estabelecem uma prestação social a quem nada descontou, a quem finge nada ter, ou ainda, a mentecaptos que não tendo como se auto provir, são mantidos com uma sopa paga por outros.

a minha reforma e o meu capital, provêem do fruto de 45 anos de trabalho, numa empresa privada, dos descontos por mim feitos bem como pelo meu empregador e, do que consegui amealhar. Nada mais. Nunca trabalhei no estado, nunca deixei de cumprir integralmente as obrigações fiscais impostas, nunca fui filiado nem simpatizante de qualquer partido político, nunca fiquei a dever nada, rigorosamente nada a ninguém. Também não roubei nem tomei posse de qualquer coisa que não me pertencesse, ao contrário do que aqui, já me tentaram fazer. O que tenho ou não, é meu por direito e mérito.

os senhores preocupados com o meu património, talvez devessem estudar e trabalhar, contribuir dentro das suas possibilidades para o bem comum, ou seja, para o bolo a distribuir pelos indigentes que nada tendo feito pela vida, esperam a caridade alheia. Foi o que fiz. Não perdi a vida a andar de patins, a soprar gaitas ou a comer por conta de terceiros. O que recebo, é o estorno de uma parte do que, por imposição legal, o estado me confiscou durante a minha vida activa e o que recebo, deriva directamente do que descontei, amputado de 43% que dão de comer a muitos de vós.

com o dinheiro que me foi cativado ao longo da vida, o estado pagou a saúde, abonos, pensões, educação, talvez alimentação, passeios, diversão e boa vida aos agora preocupados e respectivos agregados familiares, se os têm. a diferença, seus imbecis, é que na hora de me retirar do trabalho activo, tive os tomates necessários para escrever ao ministro respectivo, propondo-lhe a devolução do que descontei, abdicando em troca de qualquer encargo futuro que o estado pudesse vir a ter comigo. vocês, se vos tirarem os abonos, subsídios e esmolas, comem merda.

Quinta-feira, 14 de Outubro de 2010

miseráveis com orçamento, e sem

a situação actual é somente a cíclica repetição dos fins-de-regime com que os campistas deste acampamento são recorrentemente confrontados. gasta-se, desbarata-se, rouba-se, desvia-se e quando os cofres ficam vazios, saqueia-se os residentes.

a escabrosa situação presente, não é diferente da vivida nos finais do cavaquismo. a única, e esta releva, é que à época, chegavam diariamente da EU camiões de dinheiro, a troco da aniquilação dos factores de produção indígenas. hoje, ainda chegam camiões mas, de facturas por pagar.

quem não puder fugir, vai passar mal. pagar o descomunal desfalque praticado por irresponsáveis tornados governantes, vai custar o sangue a quem o possa ter. a situação é gravíssima e o acampamento está prestes a declarar a bancarrota, o que me parece preferível a prolongar a agonia e o sofrimento de quem tem de pagar tudo o que estes licenciados de fim-de-semana gastaram, muito acima do que os contribuintes podem pagar.

e no entanto, continuam a banquetearem-se com o que é dos outros – e basta dar uma vista de olhos pelos despesismos em carros, almoços e jantares, viagens, prémios de gestão milionários, despesas de representação, custos com a realização de eventos que nada têm de interesse público, a somar a ordenados pornográficos.

o país tecnológico do imbecil de serviço, as novas oportunidades, a qualificação profissional, os magalhães à tonelada, as estradas que se fizeram apenas para dar negócio a amigos e camaradas, os estádios da bola, os luxos sumptuosos da sede da CGD, do CCB ou da casa da música, deslumbramentos de borra-botas parolos, incapazes, incompetentes e aldrabões, que ainda teimam dar o passo que falta através do novo aeroporto ou, do famoso TGV.

ouço numa televisão relato de custos com as celebrações do centenário desta república. ouço falar de milhões de euros gastos em pins, capas de chuva, panfletos, balões de ar, e de uma comissão que só cessa funções em 2011, se até lá houver dinheiro. isto é realmente um acampamento de sacanas.

onde cortar..,

1520 organismos públicos, na sua generalidade inúteis, despesistas, improdutivos, que albergam 4.560 administradores, boys dos partidos com ordenados chorudos, despesas de representação, carro e motorista e demais regalias, distribuídos por:

356 institutos públicos

639 fundações

343 empresas públicas municipais

95 empresas públicas centrais

18 governos civis

e 87 parcerias público-privadas.

destas contas, ficam de fora incontáveis direcções gerais, e 308 cancros, perdão, câmaras municipais, tudo dependente por inteiro do dinheiro extorquido sob forma de impostos.

onde cortar? Nos imbecis que admitem este estado de coisas, que deixaram saquear este acampamento, que elegem vigaristas e inimputáveis para o governo, que vêm roubar e apenas lamentam não poderem roubar também. idiotas que gastam a vida a jogar à lerpa em vez de estudar, que se agacham a qualquer merdoso que se faça chamar de doutor, que falam de política como se de bola se tratasse, que não conseguem compreender que os partidos são apenas albergues de malfeitoria, que preferem viver de um miserável subsídio a trabalhar, que destroem a vida das futuras gerações com entretenimentos vários em colectividades de bairro, que permitem aos autarcas toda a sorte de tropelias a troco de um passeio de autocarro.

que não sentam nos tribunais toda a gatunagem que se governa como pode há 34 anos, que aceitam se façam obras faraónicas de que o acampamento não precisa, mas servem para engordar os figurões que sustentam os partidos e respectivas clientelas, que não exige clarificação das suspeitas que apontam para trafulhices e corrupção no governo, que admitem ser governados por gente que fez mais valias em bancos que depois nacionalizou quando aqueles faliram.

faz muito bem o senhor coelho viabilizar a continuidade deste pagode. imbecis destes, merecem bem o que têm.

Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

é fartar vilanagem

a contar os cêntimos que restam, as autarquias mantêm a fatalidade de passear idosos a expensas dos contribuintes futuros, como garante da continuidade dos jobs para boys, familiares e amigos. por mais exausto que financeiramente se encontre, o país tem de suportar largos milhares de penduras distribuídos pelos governos, assembleias, institutos, parcerias público-privadas, instituições e fundações, câmaras e juntas e mais uma miríade de de sítios onde os partidos albergam as clientelas, tudo a pagar por quem trabalhe e pague impostos.

nesta farra, não se percebe bem a quem se destinou a passeata. se aos velhos, se ao staff da autarquia que, a julgar pelas fotos, se deslocou em peso no acompanhamento dos idiotas votantes que, como não pagam impostos, estão-se nas tintas para o país e para os contribuintes.

dos viajantes, muitos não precisariam de passear de camioneta à conta de quem trabalha. podem perfeitamente viajar por sua conta já que têm meios económicos para tal, apesar dos muitos atestados que possam garantir a sua pobreza. dos outros, seria mais proveitoso que a autarquia lhes desse em vales de farmácia, o valor gasto na excursão, para que pudessem comprar os medicamentos de que necessitam mas não podem pagar.

quanto aos guias turísticos, depois das viagens a cabo verde, já qualquer rilhafóis lhes serve. sempre é por conta de outros e como a vergonha é coisa do passado..,

imbecilidade furiosa

esta é mais uma dissipação de recursos públicos, pedidos emprestados, diga-se en passant, que me são estorquidos à taxa de 43% em IRS, 21% em IVA, e demais alcavalas em outros impostos e taxas várias.

os estimados senhores que ganham a vidinha no meio, ainda não perceberam que esta merda faliu, ou é preciso meter-lhes explicador?

Domingo, 10 de Outubro de 2010

pinos & linos

há quanto tempos é que o pino disse que acabou a crise?

Quinta-feira, 7 de Outubro de 2010

a menos que não nos queiram..,

foda-se! entreguem esta merda de vez aos credores. a menos que seja para fazer a nova ponte pedonal e comprar mais uns aviões aos sucateiros.

queridos governantes

grandes notícias para reduzir o custo com pensionistas.

cortar na despesa

só para fazermos uma ideia do saque tenebroso a que estamos a ser sujeitos. isto já não é governar a vidinha, ou meter uns trocos no bolso. isto, é saquear impunemente todo um povo.

medidas de grande alcance social

está em rede uma petição pública com a finalidade de se obrigar a uma medida de grande alcance social. equiparar as situações de reforma e acumulação de pensões dos políticos, às do cidadão comum. chega de discriminar estes esforçados cidadãos que chegam a passar fome, para nos governarem.

no seu todo, a petição não terá qualquer efeito. dificilmente esta tropa fandanga aprovará leis contrárias aos seus interesses mas, significa que estamos a acordar. é um primeiro sinal de que, finalmente, percebemos que em democracia, o povo é soberano e que estes trastes que ocupam lugares públicos estão sujeitos ao dever de desempenhar as suas funções com a lisura e competência necessárias.

o próximo passo, será o de os sentar no tribunal a responderem pela falência do país.

façam favor de assinar. http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3117

Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010

não há paciência e muito menos tolerância

muito obrigado a estes excelentes governantes de grande visão para o nosso futuro que logo após terem fodido mais uma vez os trolhas, foram a correr comprar uns aviões que estavam a fazer uma falta do caralho para brincar à batalha naval e essas coisas e ninguém lhes aperta os tomates num torno ou lhes enfia um submarino pelo cu acima e isso.., mas cada um safa-se como pode e se não há compras não há comissões ou contrapartidas ou lá o que é.., eu primeiro ainda pensei que hoje seria o primeiro de abril e tal, ou que fizesse parte da rábula das comemorações da república mas pensando bem, é bom que os gajos que fazem de militares num país sem forças armadas estejam preparados para a luta submarina não vão os invejosos aqui do lado atacarem-nos com alguma esquadra de cagalhões.

Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010

muito obrigado, está dispensado e pode ir para o caralho

de hoje em diante e para todo o sempre, dispenso o patriotismo deste senhor e todos os outros que se governam, perdão, que me governam passando para tal as maiores dificuldades económicas, traduzidas numa vida de fome e miséria. este senhor, está portanto dispensado de me representar, podendo recomeçar amanhã mesmo a usufruir do chorudo ordenado de professor lá nas bergenjas de onde veio.

efectivamente, sessenta euros diários de ajudas catados a esta cambada de idiotas é uma ignominia. de parvos que são, deveriam ser pelo menos mil e duzentos. conheço muita gente que se alimenta com sessenta euros não um dia e sim um mês mas, como se compreende, é por isso que são idiotas e andam a trabalhar para fdp destes.

a propósito do post infra,

devo dizer que fui o primeiro cidadão a fazer uma reclamação escrita na extensão de saúde de Canelas. foi-me apresentado um livro, cuja primeira folha, tinha o número 1. um livro descolorido, húmido e bolorento no qual a administrativa foi incapaz de reconhecer a cópia que me deveria dar.

mais do que sobre as condições das instalações ou o cuidado com que são tratados os papeis desta extensão de saúde,  diz sobre a bovinidade de um povo que se queixa de ir de madrugada para a porta desta instalação para poder ser consultada, mas é cobarde ao ponto de não reclamar da falta de condições, da ineficácia, da inoperância, da falta de profissionalismo com que são tratadas por pequeninos ditadores de freguesia que, soberbamente pagos por dinheiros públicos extorquidos a quem paga impostos, fazem o favor, se estiverem bem dispostos, de atenderem quem deles possa necessitar.

fazem todos favores uns aos outros. uns fazem o favor de atender doentes de vez em quando, outros fazem o favor de calarem a prepotência de gente imprópria para a profissão que tem.

Qualidade de serviço na extensão de saúde de Canelas

Transcrição de um doc., hoje enviado:

Direcção do Centro de Saúde de Estarreja e, Direcção da ARSC

Exmos. Senhores,

Por recomendação da enfermagem do Hospital Visconde de Salreu, dirigi-me hoje pelas 14:50, à extensão de saúde de Canelas, onde resido, para renovar um pequeno penso no polegar direito.

O enfermeiro, senhor Carlos Lima, mandou dizer pela funcionária, que faria o favor de me atender depois da hora da consulta o que seria pelas 16:30. Esperaria, 1:40.

Não estava visível qualquer doente, pelo que se presume que, naquele momento, os respectivos médico e enfermeiro, teriam oportunidade de atenderem quem quer que aparecesse. Aliás, quando entrei, o médico estava de conversa com a administrativa daquela extensão. Não se aceita que qualquer prestador de serviços de saúde, pago por dinheiros públicos, faça favores a quem lhes paga o ordenado.

Este comportamento é, na minha óptica de pagador de impostos, inaceitável e nem será preciso lembrar que é por atitudes destas que o SNS é o sorvedouro de dinheiros que se conhece.

O senhor enfermeiro, mandou dizer que seria a hora de consulta de crianças pelo que teria de esperar pelo fim da mesma, isto quando não estava visível qualquer criança, quando a haver, seria vista pelo médico e não pelo enfermeiro, numa terra onde as crianças se contam pelos dedos da mão. A menos que o senhor enfermeiro, estivesse a fazer companhia ao médico, não se aceita a falta de produtividade, de interesse pela função, de cuidado pelos doentes, de desprezo pelos dinheiros públicos, aqui demonstrados.

Preenchi o formulário de reclamação competente.

Dirigi-me então ao Centro de Saúde de Estarreja, e passei do submundo para a civilização. Tirei uma senha, esperei talvez menos de 5 minutos, foi atendido com a competência que se requer e, 10 minutos depois de ter entrado, estava de saída tratado e com data marcada para a próxima intervenção.

Felicito a Direcção e o pessoal deste centro mas, não posso deixar de exigir medidas quanto ao que se passou em Canelas. Manter despesa com delegações de saúde que não servem os doentes, não faz sentido, não aproveita a ninguém nem se justifica em tempos de tão dura austeridade.

Cordialmente,

Domingo, 3 de Outubro de 2010

reduzir despesa

parece que a partir de amanhã, a seita do psd, abrirá uma página de internet na qual os trolhas sugerirão pequenas áreas de corte na despesa pública. mais um entretenimento de tostões, enquanto se delapidam milhões.

sugerir o fim dos governos civis, institutos e parcerias público privadas, fundações e gabinetes, empresas públicas não relevantes, reduzir o número de câmaras e empresas municipais, e este tipo de corrupção e tráfico de influências, é que já não  interessa, pois é nesta miríade de instituições que se empregam os boys  dos partidos, familiares e amigos, e mesmo amigos dos amigos. tudo a mamar na miserável teta do dinheiro emprestado a 6,7% ao ano.

pelo fim da caça no Baixo Vouga

finalmente, e por enquanto, a prática da caça foi erradicada dos terrenos em que se situa o projecto BioRia. a bem da natureza e de todos nós que habitamos numa zona tão privilegiada.

desconheço os termos em que tal decisão foi implementada mas, francamente, espero que a autarquia de estarreja não tenha sido obrigada a conceder ao clube de matadores de passarinhos que explora a reserva municipal, qualquer tipo de compensação, pecuniária ou outra. teríamos novamente o caldo entornado.

engraçado nesta estória, são os jogos florais aqui relatados, como se todos estes senhores que deveriam defender o interesse público e não outro, tivessem, de sua iniciativa e de acordo com quaisquer princípios de ética, moral ou real interesse pela protecção das aves, tomado a iniciativa de excluir da zona de caça municipal, o território em causa.

como se o problema não tivesse sido levantado por um grupo de cidadãos, constituído em movimento cívico, conhecedores das verdadeiras patifarias ali perpetradas, que se insurgiu publicamente contra aquelas práticas. como se o presidente da autarquia não me tivesse dito na cara, que quando chegou ao poder os caçadores já lá caçavam – não se sentido portanto, no direito ou obrigação, de acabar com tal regabofe.

este grupo de gente que se constituiu na dita assembleia municipal, viu-se coagida pelo clamor público, pelos inúmeros artigos publicados na imprensa, pela denúncia da sua passividade perante uma situação inadmissível, a discutir o assunto. para sua vergonha, convenha-se.

como não tem capacidade jurídica para regulamentar a coisa, a decisão terá sido tomada a outro nível que não a dita assembleia. vir da situação, reclamar louros de algo pelo qual apenas manteve indiferença, um crime contra a natureza recorrentemente cometido, é prática diária da gente que se enfia na via profissionalizante da política.

os que levantaram o problema, entre outros eu mesmo, o Camilo Rego, os autores dos blogs 99% política estarreja, sete meses, the emptyfolder, vela latina, terra nostra, e muita outra blogosfera que ajudou a denunciar o caso, fica a consciência e a satisfação de vêr, por sua iniciativa, as aves do Baixo Vouga, no espaço geográfico envolvente ao projecto BioRia, habitarem o seu espaço natural sem serem sujeitas às matanças indiscriminadas anualmente perpetradas por essa raça incomum de protectores da natureza que se chamam de caçadores. fica ainda o reconhecimento para com todos aqueles que contribuíram para este final, com a a sua assinatura na petição colocada online.

Sábado, 2 de Outubro de 2010

com tanto peso em cimento, o naufrágio é natural

li algures, que o executivo em funções na autarquia de estarreja, pretende ainda, depois do país estar oficialmente falido, construir uma ponte pedonal sobre o rio antuã o que, como se percebe, logo a seguir à piscina, é outra necessidade do caralho para quem não tem dinheiro para mandar cantar um cego.

ainda perceberia, se a intenção fosse a de consolidar e alargar, a miserável e única ponte que liga o sul do concelho. mas não, é mesmo uma ponte pedonal, cuja necessidade apenas se percebe pela previsível falta de dinheiro para os trolhas viajarem de carro. vão a pé, pela nova ponte pedonal.

como tenho dito, as câmaras – 208 diga-se, serão os maiores sorvedouros de dinheiro públicos, melhor dizendo, de dinheiros emprestados por estrangeiros e, há muito deveriam ter sido reduzidas a metade, para não radicalizar. deveríamos muito menos ao estrangeiro.

talvez seja uma obra de caridade explicar aos senhores da câmara que o país faliu. que já nenhum fundo de investimento compra títulos de dívida portuguesa. que ainda conseguimos comprar pão, porque o banco central europeu, piedosamente mas não por muito mais tempo como já avisou, ainda vai emprestando alguma coisa.

imagino que não os preocupará. fodidos estarão os que nunca puderam pôr a salvo no estrangeiro o capital necessário para se manterem à tona, coisa que neste país não se consegue a trabalhar. aqui, ou se herda, ou se rouba, acerta no euromilhões, ou entra para a política. é ver o número de licenciados nas mais variadas artes, ou mesmo de caixeiros de balcão que deixaram as suas honradas profissões para se dedicarem à gestão dos dinheiros públicos. é, como diria essa santidade de seu nome guterres que tanto trabalhou para o naufrágio, é só contá-los.

seriamente falando

fossemos gente e, em vez de estarmos a discutir as novas medidas de austeridade, estaríamos sim a sentar nos tribunais toda esta gente videirinha que nos levou à falência.

Sexta-feira, 1 de Outubro de 2010

inimputáveis

o inimputável apenas o é porque o rebanho o é igualmente. as medidas de austeridade anunciadas são um paliativo para uma situação desesperada que sabemos, descambará em qualquer momento num futuro próximo.

cortar despesa, seria eliminar centenas de institutos, fundações governos civis e entidades semelhantes que apenas servem para empregar gente dos partidos. cortar despesa, seria acabar com metade das câmaras municipais, algumas das quais com populações diminutas ao nível de freguesia. cortar despesa, seria acabar com obras desnecessárias, seja mais uma estrada para contentar o amigo coelho, ou um parque de merendas para tapar os olhos aos parolos.

o que está feito, é apenas e mais uma vez, aumentar a miséria em que se vive neste país.