Quarta-feira, 25 de Maio de 2011

deve ser do calor ou da falta de paciência para tanto imbecil

estou farto de arrancar ervas. nascem até no cimento. amanhã ou depois, estão lá novamente. liga-se a televisão, dá-se uma volta pela net e as novidades são as do costume. e não há pachorra.

os pantomineiros, falam de merdas que não interessam rigorosamente nada ao estado da nação. politiquices de comadres, almoços e jantares de campanha, sondagens, bocas, disputando alegre e irresponsavelmente a manutenção da vida fácil à conta dos pobres contribuintes.

esta gente, da extrema esquerda à direita mais rançosa, é toda a mesma desde 1975. com maiores ou menores responsabilidades, são os autores da tragédia sucedida. todos eles estão bem na vida. todos têm haveres, negócios, cargos, mordomias, reformas, avenças e um sem número de fontes de receita, mais ou menos lícitas, que lhes permite viver à grande e à francesa. para pagar a festa, assalta-se os idiotas levados em excursões aos comícios, fode-se-lhes as pensões já miseráveis, acaba-se-lhes com as comparticipações na farmácia e fecham-se-lhes os hospitais. e as bestas, lá continuam a bater palmas.

da maior dívida pública dos últimos 160 anos, da maior dívida externa dos últimos 120 anos, não há cabrão nenhum que diga uma palavra. devo ter sido eu o responsável!

na noite passada, a tvi 24 estava a passar uma peça sobre corrupção neste atoleiro. uma festa. património público vendido a preço de saldo a gente com ligações ao governo, revendido imediatamente com muitos milhões de mais valia. o programa terminou abruptamente por quebra de sinal.

uma pequena amostra do inimaginável saque a que esta pocilga tem sido sujeita, por parte desta gente organizada em partidos políticos, já que quadrilhas do tipo da do zé do telhado, estão fora de moda.

o povo, esse continua bêbado, estúpido e, infantilizado. um excelente trabalho desenvolvido por governos e autarquias que entre o facilitismo escolar e a organização de carnavais, fez de gente normal, perfeitos quadrúpedes.