vamos ver o que aí vem. para já, ficámos a saber (ainda que se tenha de guardar alguma margem dado a tendência congénita do homem para a mentira) o que não vai acontecer. ficámos a saber, durante o intervalo da bola, assim como se fosse, 15 minutos de publicidade a merdas que não interessam a ninguém, talvez a parte menos má do nosso futuro imediato.
se fosse apenas o que disse, concluiríamos que a coisa se resolve com um corte nas reformas de quem trabalhou e descontou toda uma vida para o efeito. (não confundir com as reformas dos políticos e passageiros da cgd ou bdp). com toda esta simplicidade, poderemos manter os boys (não haverá despedimentos na função pública), as fundações e institutos, os negócios com as construtoras e quejandos.
não acreditem. vai chover e da grossa!

