Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

mais um artista

ao que se vai percebendo, um tal francisco de assis (não o santo) apesar de já ter apanhado umas merecidas cachaçadas, (condição sine qua non para a santidade) antecipando a queda do querido licenciado ao domingo, perfila-se para lhe suceder.

em clara demarcação, vem agora dizer que as scuts, foram um erro histórico. sem mais, atira  ao lixo, uma das maiores invenções da dupla, cravinho/guterres, tadinhos. deles, que não se vêm a figurar entre os figurões da nação, e dos contribuintes, que pagam todas estas masturbações intelectuais destes irresponsáveis, que vão passando, e deixando dívidas para os quadrúpedes pagarem. a continuar assim, ainda vai dizer que a outra grande invenção do dito, o famoso rendimento mínimo garantido, atribuído à ciganada e afins com o dinheiro de quem trabalha, foi outro erro.

mas, falar apenas das scuts, é lisonjeiro. do que o país está cheio, é de erros históricos. do abate da frota pesqueira, à desactivação da indústria (lisnave e sorefame, são apenas dois exemplos) ao abandono da agricultura – tudo obra cavaquista – à construção dos estádios para o euro, ao ccb, a casa da música, a expo e seguramente, um sem número de outras obras inadiáveis ao progresso nacional e felicidade do gado pastante. só em rotundas, pavilhões polidesportivos e passeios oferecidos a idosos, é fazer as contas como diria o senhor dos refugiados.

se o país evoluiu, sim. a pôrra, é que a gente não tem dinheiro para circular nas scuts, o ccb só serve para propaganda e meia dúzia de intelectuais irem à missa, os estádios estão a cair, quanto mais para pagar tanto progresso.

tudo isso faria sentido se o país trabalhasse, produzisse, pescasse, construísse, estudasse. pela frente, temos uma dívida colossal para pagar e meios, não estou a ver, a menos, que sejamos obrigados a entregar o próprio sangue.