de vez em quando, lá vem à tona mais um caso de vigarice, roubo ou apropriação. somo um povo normalmente desonesto. o que nos incomoda mesmo, é não termos mais oportunidade de enganar o próximo. os socialmente apontados, são os honestos. uns artolas que não se governam nem deixam governar.
e as cadeias de interesses são longas. normalmente, começam nos fieis de armazém e acabam nos administradores. grandes matilhas de muito alimento, pelo que, o saque nunca é pequeno. na normalidade de vida que instituímos, nada de significativo deverá acontecer. expulsar, fechar, prender, são adjetivos demasiado fortes para um povo de patetas atrofiados.

