Quarta-feira, 29 de Junho de 2011

e a grécia aqui tão perto

é tempo de vender os dedos, porque os anéis, há muito se foram. não tenho quaisquer espectativa ou esperança quanto a esta nova trupe agora encarregue de pastorear o gado. as receitas são as de sempre. vender, privatizar, pedir emprestado, esfolar os trolhas.

medidas para por o país a produzir bens transacionáveis, nada. medidas para explorar a plataforma marítima entregue aos pesqueiros espanhóis, nada.

um caralho de um gajo que privatiza a edp, em regime de monopólio, só pode estar maluco, ou a fazer favores a um amorim qualquer.

ainda não vi encerrar nenhum instituto, nenhuma fundação, nenhum observatório, nenhum albergue de boys. as medidas enunciadas até ao momento, fodem os do costume – que, de passagem, não merecem outra coisa.

o pastor recentemente removido, deixou a pocilga falida e os trolhas arruinados. foi ser feliz para outras bandas. este, de braço dado com o paulinho das feiras, há-de deixar uns milhões de famintos quando for dançar o tango para paragens mais convenientes.