Sábado, 30 de Abril de 2011
admitir sequer votar em qualquer das quadrilhas organizadas, já dá volta ao estômago
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9:25 PM
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as canções das nossas vidas
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4:40 PM
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eis o porquê dos tgvs, submarinos, estádios p´rá bola e tantas outras merdas de primordial importância
portantos, pá, tem mesmo de haver uma grande coligação nacional para que se possa distribuir mais os 80 mil milhões que aí vêm, e se possa exigir os devidos sacrifícios aos trolhas.
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10:01 AM
Em Estarreja é sempre carnaval
vem para a brigada
se és jovem.
gostas de passear em descapotáveis.
trabalhar pouco.
de não usar cinto de segurança.
de pisar traços contínuos.
alista-te!
os trolhas pagam-te os carros, os combustíveis, o ordenado, e ainda os podes gozar!
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12:34 AM
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Quinta-feira, 28 de Abril de 2011
carta aos senhores da troika
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3:53 PM
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não sei se os programas contemplam alguns deste casos, ou são mesmo para continuar a cópula
do circo habitual, ouve-se o coro das desgraças que a crise internacional nos atirou para cima. da classe de mandriões e oportunistas (políticos) ninguém é responsável nem responsabilizado pelos actos danosos que nos conduziram à falência económica e social. a culpa, neste país de toscos, morre habitualmente solteira, e virgem.
está aí o fmi e os nossos pastores vão avisando que o futuro vai ser negro, apesar do seu esforço para nos salvar da fome. valentíssimos filhos da política. aumentar impostos, reduzir salários, pensões, apoios sociais e tudo o mais que for possível para que possa continuar a desbunda na classe, acompanhada de amigos, familiares e rapaziada dos partidos.
já os ouviram falar de:
reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-presidentes da república ainda vivos?
da uma redução dos deputados da Assembleia da República e respectivos gabinetes?
de uma qualquer reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, à custa do pagode?
acabar com centenas de institutos e Fundações públicos que não servem para nada, além de distribuir pelos amigos o dinheiro público?
de acabar com a generalidade das empresas municipais, um estratagema para dar tachos à rapaziada do partido que não raramente, acumula a administração com funções nos municípios, aumentando desta forma o salário próprio e a despesa pública?
da inevitável redução das Câmaras Municipais e respectivas assembleias, juntas de freguesia e das famosas senhas de presença?
de acabar com o Financiamento aos partidos, que podem e devem viver da quotização dos seus associados e simpatizantes?
reduzir ao estritamente necessário o parque automóvel, e respectivo número de motoristas?
racionalizar o uso das viaturas, colocando chapas de identificação em todos os carros do estado, acabando com o seu uso indiscriminado?
racionalizar as administrações hospitalares que em alguns casos, é superior em número ao do pessoal administrativo. o de penafiel por exemplo, tem sete administradores, pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.
acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.
exigir a devolução dos milhões emprestados pelos contribuintes ao BPN e BPP.
reaver os milhões desviados por rendeiros, loureiros e quejandos, onde quer que estejam?
acabar com os salários milionários na RTP e demais empresas públicas?
acabar com o ruinoso negócio das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes?
criminalizar imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam?
controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise"?
impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos?
pôr os Bancos a pagar impostos?
e.., por aí adiante. mas provavelmente implementar tais medidas, iria aborrecer alguns dos senhores importantes que têm horror ao cheiro a suor e habitualmente não se misturam com a populaça.
afinal de contas, é mais fácil continuar a foder o rebanho mas, fica a sugestão.
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1:26 PM
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Quarta-feira, 27 de Abril de 2011
A crise portuguesa
Jaques Amaury, sociólogo e filósofo, professor na Universidade de Estrasburgo
Portugal atravessa um dos momentos mais difíceis da sua história que terá que resolver com urgência, sob o perigo de deflagrar crescentes tensões e consequentes convulsões sociais.
Importa em primeiro lugar averiguar as causas. Devem-se sobretudo à má aplicação dos dinheiros emprestados pela CE para o esforço de adesão e adaptação às exigências da União.
Foi o país onde mais a CE investiu “per capita” e o que menos proveito retirou. Não se atualizou, não melhorou as classes laborais, regrediu na qualidade da educação, vendeu ou privatizou a esmo atividades primordiais e património que poderiam hoje ser um sustentáculo.
Os dinheiros foram encaminhados para auto estradas, estádios de futebol, constituição de centenas de instituições público-privadas, fundações e institutos de duvidosa utilidade, auxílios financeiros a empresas que os reverteram em seu exclusivo benefício, pagamento a agricultores para deixarem os campos e aos pescadores para venderem as embarcações, apoios estrategicamente endereçados a elementos ou a próximos deles, nos principais partidos, elevados vencimentos nas classes superiores da administração publica, o tácito desinteresse da Justiça, frente à corrupção galopante e um desinteresse quase total das Finanças no que respeita à cobrança na riqueza, na Banca, na especulação, nos grandes negócios, desenvolvendo, em contrário, uma atenção especialmente persecutória junto dos pequenos comerciantes e população mais pobre.
A política lusa é um campo escorregadio onde os mais hábeis e corajosos penetram, já que os partidos cada vez mais desacreditados, funcionam essencialmente como agências de emprego que admitem os mais corruptos e incapazes, permitindo que, com as alterações governativas, permaneçam transformando-se num enorme peso bruto e parasitário. Assim, a monstruosa Função Publica, ao lado da classe dos professores, assessoradas por sindicatos aguerridos, de umas Forças Armadas dispendiosas e caducas, tornaram-se não uma solução, mas um fator de peso nos problemas do país.
Não existe partido de centro já que as diferenças são apenas de retórica, entre o PS (Partido Socialista) que está no Governo e o PSD (Partido Social Democrata), de direita, agora mais conservador ainda, com a inclusão de um novo líder, que tem um suporte estratégico no PR e no tecido empresarial abastado. Mais à direita, o CDS (Partido Popular), com uma atividade assinalável, mas com telhados de vidro, na linguagem popular, diametralmente oposta ao que os seus princípios recomendam e praticarão na primeira oportunidade. À esquerda, o BE (Bloco de Esquerda), com tantos adeptos como o anterior, mas igualmente com uma linguagem difícil de se encaixar nas recomendações ao Governo, que manifesta um horror atávico à esquerda, tal como a população em geral, laboriosamente formatada para o mesmo receio. Mais à esquerda, o PC (Partido Comunista) vilipendiado pela comunicação social, que o coloca sempre como um perigo latente e uma extensão inspirada na União Soviética, oportunamente extinta, e portanto
longe das realidades atuais.
Assim, não se encontrando forças capazes de alterar o status, parece que a democracia pré fabricada não encontra novos instrumentos.
Contudo, na génese deste beco sem aparente saída, está a impreparação, ou melhor, a ignorância de uma população deixada ao abandono, nesse fulcral e determinante aspeto. Mal preparada nos bancos das escolas, no secundário e nas faculdades, não tem capacidade de decisão, a não ser a que lhe é oferecida pelos órgãos de Comunicação. Ora e aqui está o grande problema deste pequeno país; as TVs as Rádios e os Jornais, são na sua totalidade, pertença de privados ligados à alta finança, à industria e comércio, à banca e com infiltrações acionistas de vários países.
Ora, é bem de ver que com este caldo, não se pode cozinhar uma alimentação saudável, mas apenas os pratos que o “chefe” recomenda. Daí a estagnação que tem sido cómoda para a crescente distância entre ricos e pobres.
A RTP, a estação que agora engloba a Rádio e TV oficiais, está dominada por elementos dos dois partidos principais, com notório assento dos sociais-democratas, especialistas em silenciar posições esclarecedoras e calar quem levanta o mínimo problema ou dúvida. A seleção dos gestores, dos diretores e dos principais jornalistas é feita exclusivamente por via partidária. Os jovens jornalistas, são condicionados pelos problemas já descritos e ainda pelos contratos a prazo determinantes para o posto de trabalho, enquanto o afastamento dos jornalistas seniores, a quem é mais difícil formatar o processo a pôr em prática, está a chegar ao fim. A deserção destes, foi notória.
Não há um único meio ao alcance das pessoas mais esclarecidas e por isso, “non gratas” pelo establishment, onde possam dar luz a novas ideias e à realidade do seu país, envolto no conveniente manto diáfano que apenas deixa ver os vendedores de ideias já feitas e as cenas recomendáveis para a manutenção da sensação de liberdade e da prática da apregoada democracia.
Só uma comunicação, não vendida e alienante, pode ajudar a população a fugir da banca, o cancro endémico de que padece, e exigir uma justiça mais célere e justa, umas finanças atentas e cumpridoras, enfim, a ganhar consciência e lucidez sobre os seus desígnios.
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5:29 PM
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encurralados
o senhor leite de campos, aquele da ideia do cartão de crédito para albergues e sopa dos pobres, porque segundo diz, os gajos que recebem subsídios do estado são todos aldrabões e vigaristas, apesar de ainda estar no activo, já recebe uma pensão do estado, imagine-se, por ter andando durante 6 anos, pela cgd.
logo que se reforme das lições que dá em coimbra, acumulará duas pensões, pagas pelo estado. será então, não um vigarista ou vulgar aldrabão que recebe pensões e subsídios, e sim um destes estadistas modernos com elevada ética e sentido de estado, como esses que agora se entendem em consensos, porque vem aí mais massa.
o triste destas estórias, é que gajos destes, apresentam-se como alternativa ao aldrabão e incompetente engenheiro que afundou esta merda.
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9:13 AM
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só nos saem duques
esta rapaziada da quadrilha do pêéssedê, é simplesmente brilhante. lembraram-se assim de repente que, para acabar com o desemprego, basta mandar os desempregados, trabalhar. fácil. e se esta malandragem insistir em continuar desempregada, é a abater no valor da reforma. uns crânios!
agora convinha reforçar o pessoal nos serviços de urgência hospitalar. é muito tiro no pé e por este andar, e mais uma vez, ficam mancos.
a menos, que este fluxo de ideias não passe do habitual esgoto da merda intelectual que caracteriza a classe política nacional e tão bons resultados tem produzido.
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12:18 AM
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Segunda-feira, 25 de Abril de 2011
80.000.000.000, chega p´ra todos
não posso deixar de me associar a todas os cavalheiros que hoje clamaram pelo entendimento partidário, aquele mesmo que nos levou à falência. seria mesmo uma heresia que esta canalhada se desunisse, agora que se perspectiva a chegada de mais um carregamento de 80 mil milhões que, a exemplo do passado, se vão distribuir entre compadres e gente fina de gravata e ar sério.
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10:43 PM
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Sábado, 23 de Abril de 2011
o problema
O problema é que o PSD, com mais ou menos asneiras, já não vê um político desde Durão Barroso. Não estou a falar de um génio, claro, mas de alguém com tacto e instinto de sobrevivência.
Depois de Durão, o dilúvio: eis uma frase que, aplicada à personagem, não deixa de ser extraordinária. De 2004 a 2011 o partido foi entregue a dois loucos varridos (Santana e Menezes, com Menezes a ganhar), a dois totós (Mendes e Coelho, mais o Coelho que o Mendes) e à drª Manela, que apesar da indiscutível santidade não foi exactamente um prodígio de agudeza estratégica.
Sete anos nesta merda.
Outra década nisto e podemos exumar o Suetónio, que ao menos já treinou com as biografias de Nero, Galba e Vitélio: não eram mais doidos que os nossos. Nem Calígula, que elevou um cavalo a senador, se lembraria de ir buscar o Fernando Nobre. Você não leu os Doze Césares? Então aguarde os Doze Palhaços, por apenas mais um euro na compra do DN.
Foda-se, é inacreditável que não haja um caralho com dois palmos de testa no maior partido da oposição. O país em ruínas, o Governo nas mãos de um Goebbels da esquerda gira e moderna e aquele atrasado mental desce nas sondagens a dois meses das eleições. Puta que o pariu.
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11:10 AM
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esta gente tem de ser responsabilizada judicialmente
segunda a imprensa, o resgate do país exigirá um empréstimo 110 vezes maior do que o ultimo a que recorreu. não esquecer que esta é a terceira vez que o país recorre à ajuda externa pós 1974. diz-se também que será o 5º de maior valor entre todas as operações em que o FMI está envolvido.
tendo em conta a pequena dimensão do país e da sua economia, é uma boa bitola para avaliar o problema em que estamos metidos. é óbvio que, pelo menos quem está a metade da vida, já não conhecerá outro portugal que este, falido, deprimido e sem rumo à vista.
os responsáveis pela situação, vão unir-se num grande consenso nacional não para mudar de rumo – se o soubessem, ou quisessem fazer, já o teriam feito – mas sim, para manter o mesmo. como afirma o engenheiro, o tgv é para se fazer.
o eleitorado, na sua grande fé pela senhora de fátima, lá irá legitimar a continuidade da irresponsabilidade, crente de que a máfia instalada sempre lhe atirará umas migalhas. engana-se! o dinheiro vai mesmo acabar e ficaremos a curto prazo, por nossa estrita conta e risco. o velho viver como habitualmente, será irremediável e definitivamente, suspenso.
o cómico da situação, é a inevitabilidade desta fatalidade. como se não tivéssemos escolha, não pudéssemos exigir contas, como se não fosse nossa obrigação levar toda esta gente que colaborou no desfalque a responder judicialmente pelos seus actos. quanto mais não seja, para servir de exemplo aos seguintes. não. vamos reconduzi-los na governação.
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10:52 AM
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sem emenda
por estas aldeias de estarreja, a vida rola imutável, sem sobressaltos, angústias, ou preocupações com o amanhã. não há falência, bancarrota ou incerteza que nos desperte para a seriedade das coisas.
disputa-se o torneio de pesca, o campeonato de sueca e as corridas de patins. seguidamente virão as festas da cidade, o carnaval de verão, e vamos de férias.
é este o país maravilhoso da cabeça do engenheiro. um povo de atletas de berlinde, porque não nos ensinaram a ser gente.
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10:29 AM
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Quinta-feira, 21 de Abril de 2011
gatos brancos e gatos pretos
se trocarmos brancos e pretos por ps e psd, temos a tragédia nacional enfabulada.
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10:35 PM
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é disto que o gado gosta
pelo andar da carruagem, vai encenar-se um acto eleitoral para que tudo fique na mesma. o rosto da miséria a que chegámos, josé sócrates, corre para ser reeleito, rodeado de novos e velhos pulhas que continuarão a fazer a sua vidinha farta, e a esmagar o cidadão comum.
dá-se uma volta pela imprensa e fica-se com nojo. esta cambada de tolos constituída em massa eleitoral, incapaz de ver um boi à frente dos olhos, apresta-se novamente a votar em quem tanta incompetência e desonestidade tem demonstrado.
perante a remota hipótese de se verem afastados ou perderem mordomias, cidadãos respeitáveis como antónio barreto que ao longo dos anos vem criticando quem assim desgovernou o país, aparecem agora a encabeçar um pseudo movimento de cabeçudos que apelam a uma união nacional em torno dos mesmos inúteis que nos faliram. afinal, a mesma gentinha sem coluna vertebral nem tomates no sítio.
até ramalho eanes apareceu ontem na televisão a defender sócrates e o seu país maravilhoso, moderno e tecnológico. foda-se! não havia necessidade senhor general. que se saiba, você é um homem sério ou, pelo menos, tem sido.
resume-se e conclui-se que todas estas osgas que tanto peroraram contra o regime, são elas mesmo o dito regime e perante uma vaga ameaça, unem-se em defesa do seu modo de vida.
li que um javardo qualquer que foi estrela popular no big brother, um telmo qualquer merda, é candidato a deputado nas listas do ps pelo distrito de leiria. é a única boa notícia do dia. um povo que não sabe rir da sua ignorância, seria imensamente infeliz.
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11:22 AM
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011
fim da linha
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acabou-se o guito
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aos senhores autarcas de estarreja.
o lançamento do concurso para mais uma empreitada absolutamente essencial no município de estarreja, uma merda de uma ponte qualquer que não serve para nada, mostra cabalmente a total irresponsabilidade e alheamento dos senhores autarcas perante a gravíssima situação económica do país e, particularmente, das famílias.
não se compreende, assim à primeira vista, o interesse de, nesta situação de sufoco financeiro, se avançar com a construção de mais uma inutilidade que servirá apenas e somente para agravar a dívida do país. adivinham-se os pressupostos.
de forma geral, esta gente das autarquias, está à-vontade para gastar dinheiro à tripa forra sem que lhe sejam imputadas responsabilidades. agravam-se impostos, reduzem-se salários e pensões, hipoteca-se o país para estes irresponsáveis delapidarem o património de quem trabalha.
caso a autarquia insista em avançar com mais esta tolice, devem os cidadãos intentar uma providencia cautelar no sentido de impedir que o desfalque a que está sujeito o país, continue. está feita a proposta e não tem nada que saber. se não nos defendermos, ninguém o fará por nós.
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12:26 PM
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Terça-feira, 19 de Abril de 2011
um gajo deve dar a mão à palmatória
todas as seitas partidárias estão cheias de idiotas mas a do psd, é um must. a perspectiva deste boy, não é a de criar trabalho e riqueza para que possamos viver com a dignidade. é a de pagar sopa dos pobres e albergues, através de um cartão social de débito.
e um gajo que trabalha toda uma vida, tem de aturar estes filhos da política.
Segunda-feira, 18 de Abril de 2011
e já sabem onde param os 50.000.000.000 desaparecidos?
num país de gente normal, comerçar-se-ia por confiscar os bens e fortunas que estes vigaristas acumularam ao longo dos anos em que se mantiveram no poder. depois, seriam responsabilizados pela gestão dolosa que fizeram do património público. acabar-se-ia com as fundações, institutos e outras inutilidades que albergam a rapaziada amiga, e a do partido.
a inexplicável despesa do estado, onde cabem milhões de euros em renovação de frotas automóvel, combustíveis, flores para os senhores ministros, e outras prebendas que os contribuintes pagam.
acabei de ler um comentário no site de um jornal em que um javardo qualquer dizia que os reformados só mamam do estado. seguramente, um anormal que ainda não descontou um tostão mas já beneficiou de subsídios, educação e assistência na saúde por conta dos mesmos reformados que lá puseram o guito necessário para tal. sendo somente uma das bestas que vai tolerando a gente que tomou conta da política, explica a razão pela qual aqui chegámos.
é necessário explicar que os reformados cuja pensão advém das suas contribuições, não estão a receber nada que não seja seu. e não têm culpa da má utilização das suas contribuições, da distribuição destes fundos por gente que jamais contribuiu com um cêntimo para os ditos, nem que diferentes governos tenham usado esses dinheiros para financiar obras, ou jogar nas bolsas.
depois de 1974, esta gentinha já faliu o país por duas vezes. não nos chega ainda?
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1:41 PM
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Domingo, 17 de Abril de 2011
porreiro pá!
Para começar, os nossos parceiros do Norte da Europa não estão propriamente ‘desiludidos' com Portugal; eles querem, em resumo, esfolar-nos vivos. E o ‘resgate' que aí vem não será, como foi para a Grécia ou para a Irlanda, um mal necessário; será uma punição vingativa para civilizar os selvagens. Não que os selvagens não mereçam reprimenda e orelhas de burro. Mas, por uma questão de decência, convinha disfarçar em público.
Ninguém disfarça. A começar pela própria União Europeia que, ao contrário do FMI, quer sangue. Perante isto, seria elementar que um estadista, ou um candidato a estadista, dissesse duas coisas. Primeiro, que a nossa irresponsabilidade não tem desculpa; e, depois, que a humilhação corrente também não. O que implicaria saber se vale a pena aceitar um pacote de austeridade antes da reestruturação inevitável só para que os bancos franceses ou alemães não levem com uma pesada tosquia. Infelizmente, não temos estadistas. Entregues aos cães, vamos sofrer como cães.
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1:47 PM
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homenagem nacional
Nem mais. aqui ficam os meus agradecimentos a esta cambada que tão bem soube afundar esta espécie de país. é realmente um grupo verdadeiramente heterógeno que abarca desde mentirosos compulsivos a aldrabões de circunstância, apreciadores de robalos, amigos das construtoras, serviçais sem espinha nem tomates e todo um mar de gentinha sem escrúpulos nem vergonha na cara.
o nosso companheiro Anarca, sempre genial, fez o favor de organizar esta merecida e devida homenagem. não se pode no entanto, marginalizar essas formiguinhas trabalhadoras que tanto têm arrecadado para os invernos e que dão pelo simpático nome de, autarcas. também a eles devemos muita rotunda, pavilhão desportivo, piscinas, parques de merendas e outras obras de cimento que em muito contribuíram para foder esta merda toda.
bem haja, a todos!
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1:38 PM
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Sexta-feira, 15 de Abril de 2011
é bom que se comece a pedir responsabilidades
o país faliu e neste momento, ninguém sabe o que se seguirá. a europa, através de finlandeses e alemães, manda-nos à merda e, a não aparecer rapidamente uma solução para injectar mais uns largos biliões nesta chafurdice, lá para o fim de maio, não haverá dinheiro para pagar salários aos funcionários públicos nem para prestações sociais.
o país moderno do engenheiro licenciado por fax, é isto. uma nação desempregada, analfabeta, estúpida, iletrada, sem tomates nem coluna vertebral que espera dos contribuintes europeus, a esmola que lhe permita comer amanhã.
entretanto, os régulos do poder local, preparam-se para esbanjar os dinheiros (não sei quais) nas famosas festas de verão que tanta tusa lhes dão, seguramente porque são os outros a pagar. mas, até a irresponsabilidade tem limites toleráveis. recomenda-se vivamente aos senhores autarcas o bom senso de cancelarem festejos e carnavais, bem como uma gestão rigorosa de qualquer dinheiro público gasto. não é apenas uma questão de responsabilidade que se espera e exige. é que nas circunstâncias actuais, qualquer desperdício é crime de gestão danosa.
e não fosse este povo de brutos o que é, muitos dos que estão ou passaram pelas áreas do poder, estariam a ser julgados pelos crimes que cometeram. é que o dinheiro que falta, não se evaporou. está a recato distribuído pelas muitas contas caladas que o sigilo bancário protege, resguardadas nas leis feitas à medida para o caso.
o dinheiro que nos foi dado a fundo perdido pelos contribuintes europeus, mais todo o que se pediu emprestado, anda por aí.não é por acaso que um país falido esgota todos os destinos nas férias da páscoa.
as contribuições dos trabalhadores para os fundos de pensões serviram para fazer estradas que ninguém pediu, estádios para a bola e mesmo para jogar na bolsa. agora, na velhice quem trabalhou e descontou uma vida inteira, está em vias de ir estender a mão à caridade.
não somos efectivamente um povo digno, se o fossemos não teríamos chegado aqui.
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8:33 PM
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011
irresponsáveis, idiotas e indigentes
pelo que se vê nas notícias, este país de indigentes, foi para a praia. fazem bem. entendem-se melhor as prioritárias obras de construção de piscinas e afins.
o trabalho de longo prazo de idiotizar adultos, foi plenamente conseguido. bola, telenovelas e passear velhinhos. merecem bem os lugares de deputados e afins que as eleições disponibilizam. uma vida inteira ao serviço, e a servir-se do interesse público.
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7:25 PM
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factos
Nos últimos dias, a "campanha" eleitoral tem sido constituida por um rol de "factos" que só servem para distrair os(as) portugueses(as) daquilo que realmente é essencial. E o que é essencial são os factos. E os factos são indesmentíveis. Não há argumentos que resistam aos arrasadores factos que este governos nos lega. E para quem não sabe, e como demonstro no meu novo livro, os factos que realmente interessam são os seguintes:
1) Na última década, Portugal teve o pior crescimento económico dos últimos 90 anos
2) Temos a pior dívida pública (em % do PIB) dos últimos 160 anos. A dívida pública este ano vai rondar os 100% do PIB
3) Esta dívida pública histórica não inclui as dívidas das empresas públicas (mais 25% do PIB nacional)
4) Esta dívida pública sem precedentes não inclui os 60 mil milhões de euros das PPPs (35% do PIB adicionais), que foram utilizadas pelos nosso governantes para fazer obra (auto-estradas, hospitais, etc.) enquanto se adiava o seu pagamento para os próximos governos e as gerações futuras. As escolas também foram construídas a crédito.
5) Temos a pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego chegou aos 11,1% e continua a aumentar.
6) Temos 620 mil desempregados, dos quais mais de 300 mil estão desempregados há mais de 12 meses
7) Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos.
8) A nossa dívida externa bruta é quase 8 vezes maior do que as nossas exportações
9) Estamos no top 10 dos países mais endividados do mundo em praticamente todos os indicadores possíveis
10) A nossa dívida externa bruta em 1995 era inferior a 40% do PIB. Hoje é de 240% do PIB
11) A nossa dívida externa líquida em 1995 era de 10% do PIB. Hoje é de quase 110% do PIB
12) As dívidas das famílias são cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível
13) As dívidas das empresas são equivalente a 150% do PIB
14) Cerca de 50% de todo endividamento nacional deve-se, directa ou indirectamente, ao nosso Estado
15) Temos a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos
16) Temos a segunda maior fuga de cérebros de toda a OCDE
17) Temos a pior taxa de poupança dos últimos 50 anos
18) Nos últimos 10 anos, tivemos défices da balança corrente que rondaram entre os 8% e os 10% do PIB
19) Há 1,6 milhões de casos pendentes nos tribunais civis. Em 1995, havia 63 mil. Portugal é ainda um dos países que mais gasta com os tribunais por habitante na Europa
20) Temos a terceira pior taxa de abandono escolar de toda a OCDE (só melhor do que o México e a Turquia)
21) Temos um Estado desproporcionado para o nosso país, um Estado cujo peso já ultrapassa os 50% do PIB
22) As entidades e organismos públicos contam-se aos milhares. Há 349 Institutos Públicos, 87 Direcções Regionais, 68 Direcções-Gerais, 25 Estruturas de Missões, 100 Estruturas Atípicas, 10 Entidades Administrativas Independentes, 2 Forças de Segurança, 8 entidades e sub-entidades das Forças Armadas, 3 Entidades Empresariais regionais, 6 Gabinetes, 1 Gabinete do Primeiro Ministro, 16 Gabinetes de Ministros, 38 Gabinetes de Secretários de Estado, 15 Gabinetes dos Secretários Regionais, 2 Gabinetes do Presidente Regional, 2 Gabinetes da Vice-Presidência dos Governos Regionais, 18 Governos Civis, 2 Áreas Metropolitanas, 9 Inspecções Regionais, 16 Inspecções-Gerais, 31 Órgãos Consultivos, 350 Órgãos Independentes (tribunais e afins), 17 Secretarias-Gerais, 17 Serviços de Apoio, 2 Gabinetes dos Representantes da República nas regiões autónomas, e ainda 308 Câmaras Municipais, 4260 Juntas de Freguesias. Há ainda as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e as Comunidades Inter-Municipais.
22) Nos últimos anos, nada foi feito para cortar neste Estado omnipresente e despesista, embora já se cortaram salários, já se subiram impostos, já se reduziram pensões e já se impuseram vários pacotes de austeridade aos portugueses. O Estado tem ficado imune à austeridade
Isto não é política. São factos. Factos que andámos a negar durante anos até chegarmos a esta lamentável situação. Ora, se tomarmos em linha de conta estes factos, interessa perguntar: como é que foi possível chegar a esta situação? O que é que aconteceu entre 1995 e 2011 para termos passado termos de "bom aluno" da UE a um exemplo que toda a gente quer evitar? O que é que ocorreu entre 1995 e 2011 para termos transformado tanto o nosso país? Quem conduziu o país quase à insolvência? Quem nada fez para contrariar o excessivo endividamento do país? Quem contribuiu de sobremaneira para o mesmo endividamento com obras públicas de rentabilidade muito duvidosa? Quem fomentou o endividamento com um despesismo atroz? Quem tentou (e tenta) encobrir a triste realidade económica do país com manobras de propaganda e com manipulações de factos? As respostas a questas questões são fáceis de dar, ou, pelo menos, deviam ser. Só não vê quem não quer mesmo ver.
A verdade é que estes factos são obviamente arrasadores e indesmentíveis. Factos irrefutáveis. Factos que, por isso, deviam ser repetidos até à exaustão até que todos nós nos consciencializássemos da gravidade da situação actual. Estes é que deviam ser os verdadeiros factos da campanha eleitoral. As distracções dos últimos dias só servem para desviar as atenções daquilo que é realmente importante.
Com a devida vénia ao autor, Prof. Santos Pereira.
Adenda: estes inúteis que se têm arranchado na política não são por si, os únicos responsáveis pela falência económica e social a que chegámos. por falta de vontade ou incompetência para o trabalho, e com olho para se governarem sem dobrar o coirão, lá se foram encaixando nas repartições e diversas estruturas do estado. quando estas se esgotaram, trataram de as alargar. tudo por e à conta de quem trabalha.
o principal responsável é contudo, o povo. esta amálgama de idiotas que, à imagem dos seus eleitos, pratica a velha máxima de que trabalho é bom para pretos. por portas e travessas, lá conseguiu um subsídio para fazer filhos, um subsídio para os não fazer, uma pensão de sobrevivência, um atestado de pobreza ou qualquer outra esmola que os eleitos concedem a fim de lhe obterem o voto que os mantenha no poder.
em suma, fodemo-nos colectivamente. razão têm os finlandeses em não nos quererem emprestar mais dinheiro. é o mesmo que emprestar a um viciado no jogo. é dinheiro perdido.
esta cambada de merda bovinizada e acéfala, anda novamente em campanha eleitoral. não aprendeu rigorosamente nada. continua imbecil e em estado comatoso.discute quem sucede aos mesmo em vez de exigir o julgamento e devolução dos bens e valores espoliados por esta gatunagem que tudo rouba, aliena, ou destrói.
neste portugal tecnológico do aldrabão das berças, devem valer-nos agora os computadores dados aos meninos da primária.
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AC
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6:13 PM
Em Estarreja é sempre carnaval
Quinta-feira, 7 de Abril de 2011
declarada a falência,
os vigaristas unem-se num grande consenso nacional, para poderem continuar as suas trafulhices. Nada de novo.
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AC
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9:56 PM
Em Estarreja é sempre carnaval
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Sábado, 2 de Abril de 2011
os mesmos. sempre os mesmos
ao que se diz nos media, as obrigações desta pocilga estão classificadas como lixo. apropriado sem dúvida.
mas não temos juízo. lá vamos nova e alegremente para votos. mudar de lixo mais uma vez. escolher entre o lixo em funções e o de reserva, aquele que esporadicamente faz uma perninha nos intervalos da comédia.
escolher dizem os sobas. como se houvesse efetivamente escolha possível de entre os elencos partidários que se vão revezando neste dramático naufrágio a que nos conduzimos. estou certo que o gado lá estará a 5 de junho próximo para legitimar a sua própria desgraça e providenciar a engorda de mais uns milhares de pastores.
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AC
em
11:10 AM
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