ADAC - Cortejo para angariação de fundos.
Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011
as canções das nossas vidas
George Harrison – while my guitar gently weeps – Concert for Bangladesh
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AC
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3:08 PM
Em Estarreja é sempre carnaval
Etiquetas: Grandes músicas
Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
as canções das nossas vidas
Leonard Cohen - Dance Me To The End Of Love
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AC
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10:51 AM
Em Estarreja é sempre carnaval
Etiquetas: Grandes músicas
Domingo, 20 de Novembro de 2011
um povo pode sempre descer mais fundo…,
mas foda-se. Basta de corruptos, ladrões, vigaristas e noronhas.
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AC
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6:44 PM
Em Estarreja é sempre carnaval
Etiquetas: vigaristas
Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011
nem mais
O esforço exigido ao país é de tal forma grande que ou os responsáveis têm como princípio orientador a equidade e a justiça e todos os intervenientes colocam o interesse nacional acima dos interesses de grupo ou em vez de uma Nação este país se transforma num galinheiro, para não dizer num bordel ou mais propriamente num infantário onde estão os filhos das colaboradoras do dito bordel.
Infelizmente o Governo desprezou estes princípios e os empresários sentem-se estimulados a não terem limites no banquete que lhes está sendo servido com a eliminação de direitos laborais, já faltou mais para que algum idiota proponha que se celebre o Dia de Natal no 25 de manhã e o dia de Ano Novo à tarde, fazendo-se a festa da passagem do ano ao meio dia. Vale tudo, o Gaspar decidiu dar o exemplo sendo ele a tirar a pele aos do Estado e por mais que digam que não é evidente que a seguir serão os patrões menos escrupulosos a escalpelizarem os trabalhadores do sector privado, no mercado de trabalho vivem um ambiente onde uns dizem mata e outros acrescenta esfola.
É por isso que Cavaco Silva já quase desistiu de apelar à unidade dos portugueses contra a crise e ouvir um Vítor Gaspar dizer que precisa do empenho de todos só pode merecer uma imensa gargalhada. Já todos os portugueses perceberam que o Governo da direita quer fazer de uma vez o que não conseguiu fazer em mais de trinta anos, quer rever a Constituição fazendo de facto ou com a abstenção destrutiva do banana que lidera o PS, quer rever a legislação laboral eliminando três décadas de progresso social, quer ainda vingar-se de todas as frustrações que sentiu desde o 25 de Abril.
Concordar com o aumento do horário de trabalho em nome do aumento da produtividade? É uma treta, uma boa parte dos lucros adicionais vão ser esbanjados como o foram no passado, as grandes empresas vão distribuir os resultados sob a forma de dividendos agora isentos de impostos, os outros vão comprar casacos para as putas que lhes servem de amantes e carros de luxo para a família.
Continuar a preferir a banca nacional? Isso significa apoiar uns sacanas que compraram os bancos nacionalizados com recurso a cambalachos, durante duas décadas exploraram o mercado em regime de oligopólio, quando sentiram as primeiras dificuldades exigiram que se pedisse apoio ao FMI e agora que estão enterrados porque não souberam gerir os seus negócios querem que sejam os contribuintes a emprestarem-se o dinheiro livre de encargos. Com sacanas destes a melhor forma de ajudar o país é recorrer à banca estrangeira, esta não se mete descaradamente na política interna e quando estiver com dificuldades vai chatear a Merkel ou o Sarkozy!
Comprar português em lojas portuguesas? Nem pensar, comprar no Pingo Doce para depois o merceeiro criar uma fundação e comprar uns quantos intelectuais para entrar na política e influenciar as eleições em seu favor para que depois nos venham cortar subsídios ou aumentar as horas de trabalho? Para quê comprar marcas portuguesas se são as empresas portuguesas que mais exigem que se regresse ao regime laboral do século XIX? Entre o ex-comunista que lidera a CIP e os gestores da Auto-Europa prefiro os segundos, do primeiro vem uma proposta de esclavagismo, dos segundos vem capacidade de diálogo e bem-estar social. Uns são empresários, os outros são sacanas com empresas.
Com esta política mata-se o sentido de Nação, um dia destes só somos portugueses quando formos à bola e com alguns seleccionadores como os que tivemos no passado ainda corremos o risco de ter que festejar a vitória da Equipa B do Brasil.
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AC
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8:46 PM
Em Estarreja é sempre carnaval
Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011
Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
eu que contribuo ao pagamento do pão, da manteiga, e do restinho…
teme-se na aldeia o encerramento da extensão de saúde de canelas. lamenta-se pelas esquinas o eventual facto, bem como a falta que fará a quem aqui habita.
a coisa enferma de discussão, e muito mais de transparência. fala-se de uns papéis sem chancela, remetente ou assinatura que aconselham a uma reinscrição na dita extensão e de uma questão que procura saber quem quer continuar a ser assistido pelo técnico de saúde (vulgar doutor dos não doutorados) que por aqui aparece de quando em vez, quando a dita migrar definitivamente a salreu.
ora bem, a este povo que se lamenta das desgraças que lhes acontece, apenas lhe posso dizer que estas só acontecem porque o dito povo, permite. e em vez de se andar a lamentar pelas esquinas de um assunto mal esclarecido, o melhor mesmo, é meter os pés a caminho de estarreja e perguntar ao cavalheiro hipoteticamente responsável por uma dita reorganização da saúde concelhia, e a quem pagamos para que possa comer e o resto, com quantas varas se faz uma camisa, que é como quem diz, faça favor de esclarecer todo este processo.
parece que após consultada pela junta de freguesia, a ars de coimbra, disse nada saber sobre tal assunto, do que se depreende que algum lambe botas local se pretende mais papista do que o papa e, a este tipo de gente é normal ter de se lembrar qual o seu lugar na função pública, e os nomes de quem lhes paga a boa vida que normalmente têm.
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AC
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8:15 PM
Em Estarreja é sempre carnaval
Etiquetas: Comediantes
crise? apenas guerra de classes
preto no branco, os fundamentos do roubo, crise se assim quiserem, de que somos vítimas conformadas.
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AC
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9:21 AM
Em Estarreja é sempre carnaval
Etiquetas: vigaristas
Domingo, 13 de Novembro de 2011
Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011
o resumo da situação
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AC
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11:42 AM
Em Estarreja é sempre carnaval
Etiquetas: vigaristas
A trapeira do Job
Isto que eu vou dizer vai parecer ridículo a muita gente.
Mas houve um tempo em que as pessoas se lembravam ainda, da época da infância, da primeira caneta de tinta permanente, da primeira bicicleta, da idade adulta, das vezes em que se comia fora, do primeiro frigorífico e do primeiro televisor, do primeiro rádio, de quando tinham ido ao estrangeiro.
Houve um tempo em que, nos lares, se aproveitava para a refeição seguinte o sobejante da refeição anterior, em que, com ovos mexidos e a carne ou peixe restante se fazia "roupa velha". Tempos em que as camisas iam a mudar o colarinho e os punhos do avesso, assim como os casacos, e se tingia a roupa usada, tempos em que se punham meias solas com protectores. Tempos em que ao mudar-se de sala se apagava a luz, tempos em que se guardava o "fatinho de ver a Deus e à sua Joana".
E não era só no Portugal da mesquinhez salazarista. Na Inglaterra dos Lordes, na França dos Luíses, a regra era esta. Em 1945 passava-se fome na Europa, a guerra matara milhões e arrasara tudo quanto a selvajaria humana pode arrasar.
Houve tempos em que se produzia o que se comia e se exportava. Em que o País tinha uma frota de marinha mercante, fábricas, vinhas, searas.
Veio depois o admirável mundo novo do crédito. Os novos pais tinham como filhos, uns pivetes tiranos, exigindo malcriadamente o último modelo de mil e um gadgets e seus consumíveis, porque os filhos dos outros também tinham. Pais que se enforcavam por carrões de brutal cilindrada para os encravaram no lodo do trânsito e mostrarem que tinham aquela extensão motorizada da sua potência genital. Passou a ser tempo de gente em que era questão de pedigree viver no condomínio fechado e sobretudo dizê-lo, em que luxuosas revistas instigavam em couché os feios a serem bonitos, à conta de spas e de marcas, assim se visse a etiqueta, em que a beautiful people era o símbolo de status como a língua nos cães para a sua raça.
Foram anos em que o campo tornou-se num imenso ressort de turismo de habitação, as cidades uma festa permanente, entre o coktail party e a rave. Houve quem pensasse até que um dia os serviços seriam o único emprego futuro ou com futuro.
O país que produzia o que comíamos ficou para os labregos dos pais e primos parolos, de quem os citadinos se envergonhavam, salvo quando regressavam à cidade dos fins de semana com a mala do carro atulhada do que não lhes custara a cavar e às vezes nem obrigado.
O país que produzia o que se podia transaccionar esse ficou com o operariado da ferrugem, empacotados como gado em dormitórios e que os víamos chegar, mortos de sono logo à hora de acordarem, as casas verdadeiras bombas relógio de raiva contida, descarregada nos cônjuges, nos filhos, na idiotização que a TV tornou negócio.
Sob o oásis dos edifícios em vidro, miragem de cristal, vivia o mundo subterrâneo de quantos aguentaram isto enquanto puderam, a sub-gente. Os intelectuais burgueses teorizavam, ganzados de alucinação, que o conceito de classes sociais tinha desaparecido. A teoria geral dos sistemas supunha que o real era apenas uma noção, a teoria da informação, substituía os cavalos-força da maquinaria pelos megabytes de RAM da computação universal. Um dia os computadores tudo fariam, o ser humano tornava-se um acidente no barro de um oleiro velho e tresloucado, que caído do Céu, morrera pregado a dois paus, e que julgava chamar-se Deus, confundindo-se com o seu filho e mais uma trinitária pomba.
Ás tantas os da cidade começaram a notar que não havia portugueses a servir à mesa, porque estávamos a importar brasileiros, que não havia portugueses nas obras, porque estávamos a importar negros e eslavos.
A chegada das lojas dos trezentos já era alarme de que se estava a viver de pexibeque, mas a folia continuava. A essas sucedeu a vaga das lojas chinesas, porque já só havia para comprar «balato». Mas o festim prosseguia e à sexta-feira as filas de trânsito em Lisboa eram o caos e até ao dia quinze os táxis não tinham mãos a medir.
Fora disto os ricos, os muito ricos, viram chegar os novos ricos. O ganhão alentejano viu sumir o velho latifundário absentista pelo novo turista absentista com o mesmo monte mais a piscina e seus amigos, intelectuais claro, e sempre pela reforma agrária e vai um uísque de malte, sempre ao lado do povo e já leu o New Yorker?
A agiotagem financeira essa ululava. Viviam do tempo, exploravam o tempo, do tempo que só ao tal Deus pertencia mas, esse, Nietzsche encontrara-o morto em Auschwitz. Veio o crédito ao consumo, a conta-ordenado, veio tudo quanto pudesse ser o ter sem pagar. Porque nenhum banco quer que lhe devolvam o capital mutuado quer é esticar ao máximo o lucro que esse capital rende.
Aguilhoando pela publicidade enganosa os bois que somos nós todos, os bancos instigavam à compra, ao leasing, ao renting ao seja como for desde que tenha e já, ao cartão, ao descoberto autorizado.
Tudo quanto era vedeta deu a cara, sendo actor, as pernas, sendo futebolista, ou o que vocês sabem, sendo o que vocês adivinham, para aconselhar-nos a ir àquele balcão bancário buscar dinheiro, vender-mo-nos ao dinheiro, enforcar-mo-nos na figueira infernal do dinheiro. Satanás ria. O Inferno começava na terra.
Claro que os da política do poder, que vivem no pau de sebo perpétuo do fazear arrear, puxando-os pelos fundilhos, quantos treparam para o poder, querem a canalha contente. E o circo do consumo, a palhaçada do crédito servia-os. Com isso comprávamos os plasmas mamutes onde eles vendiam à noite propaganda governamental, e nos intervalos, imbelicidades e telefofocadas que entre a oligofrenia e a debilidade mental a diferença é nula. E contentes, cretinamente contentinhos, os portugueses tinham como tema de conversa a telenovela da noite, o jogo de futebol do dia e da noite e os comentários políticos dos "analistas" que poupavam os nossos miolos de pensarem, pensando por nós.
Estamos nisto.
Este fim de semana a Grécia pode cair. Com ela a Europa.
Que interessa? O Império Romano já caiu também e o mundo não acabou. Nessa altura em Bizâncio discutia-se o sexo dos anjos. Talvez porque Deus se tivesse distraído com a questão teológica, talvez porque o Diabo tenha ganho aos dados a alma do pobre Job na sua trapeira. O Job que somos grande parte de nós.
José António Barreiros
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11:36 AM
Em Estarreja é sempre carnaval
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Terça-feira, 8 de Novembro de 2011
fuga de cérebros…
e a fuga de todos estes cérebros para o estrangeiro – quem os quereria? – não seria uma bênção para a nação?
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AC
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11:30 AM
Em Estarreja é sempre carnaval
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Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011
são estes trafulhas que diariamente mascaram de sacrifícios, o saque que estão a perpetrar
Para que conste, retirado do site da CGD, referente a 2009 (não divulgaram os valores de 2010 nem de 2011...):
Presidente - remuneração base: 371.000,00€
Prémio de gestão: 155.184,00€
Gastos de utilização de telefone: 1.652,47€
Renda de viatura: 26.555,23€
Combustível: 2.803,02€
Subsídio de refeições: 2.714,10€
Subsídio de deslocação: 104,00€
Despesas de representação: não quantificado (cartão de crédito onde "apenas" são consideradas despesas decorrentes da actividade devidamente documentadas com facturas e comprovativos de movimento)
Christine Lagarde receberá do FMI mais 10% do que Dominique Strauss-Kahn, mas mesmo assim menos que o presidente da Caixa Geral de Depósitos, entre outros gestores portugueses, pelo que a senhora ainda está mal paga pelo padrão de Portugal.
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1897993
A nova directora do FMI, Christine Lagarde, vai ter um rendimento anual líquido de 323 mil euros, a que se somam 58 mil euros para gastar em despesas, o que representa mais 10% do que o seu antecessor, Dominique Strauss-Kahn.
O total de 381 mil euros anuais que Lagarde vai receber (salário mais despesas) é um aumento de 11% relativamente ao que recebia Dominique Strauss-Kahn, o ex-director da instituição acusado de abusar sexualmente de uma camareira de hotel em Nova Iorque.
Quando foi nomeado, em 2007, Dominique Strauss-Kahn acordou em receber um salário anual de 291 mil euros, com despesas de representação de 52 mil euros - um total de 343 mil euros. Menos quase 38 mil euros anuais do que recebe agora a francesa.
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AC
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9:38 PM
Em Estarreja é sempre carnaval
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as canções das nossas vidas
hino nacional
- jorge palma - portugal, portugal
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AC
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8:45 AM
Em Estarreja é sempre carnaval
Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011
mentes criativas na paisagem sinalética
o espaço frontal envolvente ao apeadeiro de canelas, não deverá ultrapassar os 500m2. alberga um pequeno parque automóvel lotado com 12 veículos e uma passadeira para peões; pedonal, como agora se diz.
ora neste espaço, uma qualquer mente criativa a qual é necessário louvar convenientemente, conseguiu plantar 15, eu repito, 15 placas sinalizadoras várias, duplicadas na generalidade e, quadruplicadas em alguns casos, tudo isto, deixando ainda espaço para que os peões, se andarem com cuidadinho, não esbarrem em nenhuma delas.
provavelmente, tal fecundidade sinalética, tem justificação. é que por vezes, passa ali gente e, de vez em quando, mesmo mais que uma pessoa em simultâneo. não será seguramente por falta de sinalização que no local acontecerá um acidente ou, alguém se perderá.
é realmente um grande investimento autárquico, em sinalização. a menos que a merda dos sinais estivessem em promoção, saldo, ou tenham sido dados para abater monos ao stock, plantando-os na via pública.
convinha que os senhores que atiram assim à rua o dinheiro dos meus impostos, explicassem conveniente e devagarinho, as razões para tal gasto. é que isto de se dizer que as câmaras se endividam, é um figura de estilo aparentada da falácia. as câmaras não se endividam. endividam sim, os desgraçados que pagam impostos.
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AC
em
4:16 PM
Em Estarreja é sempre carnaval

