passámos de preguiçosos intelectuais, ao estado de graça de, mentecaptos comatosos. dá-se uma volta – pequena, dado o perigo óbvio de contágio – pelas redes sociais e estarrece-se! o analfabetismo, a ignorância, a ligeireza e superficialidade dos grunhidos em forma de letra, a vacuidade dos assuntos que povoam os dois neurónios destes vegetais, confirmam a nossa total impossibilidade de, algum dia, virmos a ser uma gente decente.
num país onde se passa fome, no qual os seus cidadãos recorrem ao suicídio para resolver os seus problemas, preocupamo-nos com o perigo de extinção das libelinhas na papua. num país onde se rouba o presente e futuro dos seus cidadãos, organizam-se palhaçadas para ajudar o cavaco, em vez de o sentar no banco dos réus a prestar contas pela falência económica da nação, falência pela qual é o primeiro responsável. num país em situação de resgate financeiro, pede-se a uma câmara municipal para investir num grupo de pagode! desculpem lá o desabafo mas, foda-se tal gente!

