claro que as câmaras não se endividaram por causa do orçamento de estado de 2012. estão endividadas por gastarem muito acima das possibilidades dos cidadãos que as sustentam, por fazerem obras cujo principal interesse é inconfessável, por se terem transformado em empregadoras de gente dos diferentes partidos, em centros de trafego de influências, organizadoras de festejos para entretenimento deste gado adormecido e por aí fora.
a câmara desta aldeia de estarreja, entrou no lote das excessivamente endividadas. como tantas outras, mais uma a cavar o buraco em que este povo está metido. estamos a falar de uma aldeola, dita concelho, onde habitam cerca de 26.000 almas, o equivalente a uma pequena junta de freguesia de existência justificável. de notável e nos últimos anos, cobra os impostos à mais alta taxa prevista na lei, emprega 300 pessoas, mandou construir uma segunda ou terceira piscina, fez umas obras nos arruamentos de uma das freguesias, mandou tapar uns buracos nas outras, organizou uns carnavais e umas excursões de idosos, e perdeu 2.000 habitantes. ou seja, um puro desastre. não só a sua actuação, mas e principalmente, a sua existência, cuja só justificação, é a rapaziada que encosta aos bolsos dos contribuintes.
a famosa austeridade que nos está a tornar pedintes, não se aplica a câmaras, institutos, fundações e demais albergues desta rapaziada e assim, por maiores que sejam os sacrifícios, estes serão progressivamente maiores e quem os paga, mais pobre e infeliz. estes cornos mansos que continuam a eleger crápulas a troco de excursões, deveriam ser os únicos pagadores de todas estas irresponsabilidades que nos conduziram aqui. infelizmente, por serem pobres, não pagam nada. abrem bocas desdentadas para cuspir baboseiras tipo - p’ró ano cá ‘taremos otra vez!

